Zema se apresenta como “direita sem corrupção”
“No PL eu acho que tem algumas frutas podres lá", afirmou o ex-governador mineiro
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta segunda-feira (13) que se apresenta como um candidato de direita “sem corrupção”.
Segundo Zema, há setores da direita envolvidos em irregularidades, e ele buscou diferenciar sua posição no cenário político. O ex-governador também criticou o Partido Liberal (PL), legenda do senador Flávio Bolsonaro, ao afirmar que há “frutas podres” no partido.
“Eu sou uma direita que não tem corrupção, não tem escândalo. E tem direita aí que também está envolvida com coisas erradas. Então eu sou de direita, mas sou diferente”, disse.
“No PL eu acho que tem algumas frutas podres lá. No Novo, se tiver, a gente coloca para fora”, afirmou.
Datafolha
Zema sobe o tom após marcar 4% das intenções de voto em um cenário de primeiro turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Datafolha divulgada no sábado, 11.
O número representa leve queda em relação ao levantamento anterior, quando ele aparecia com 5%.
No cenário estimulado, Zema fica atrás do presidente Lula (PT), que lidera com 39%, e do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 35%.
Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 2%, e Aldo Rebelo (DC) e Cabo Daciolo (Mobiliza), ambos com 1%.
Rejeição e desconhecimento
No recorte de rejeição, 17% dos entrevistados dizem não votar em Zema de forma alguma, mesmo índice de Renan Santos.
Lula lidera a rejeição, com 48%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 46%.
Zema também aparece com alto índice de desconhecimento: 56% afirmam não conhecê-lo.
O percentual é semelhante ao de Caiado, com 54%, enquanto Lula e Flávio têm os maiores níveis de conhecimento, de 99% e 93%, respectivamente.
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