“Vergonha internacional”, diz líder do PL sobre incêndio na COP30
Fogo atingiu área de pavilhões do evento realizado em Belém
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), cutucou o governo Lula e o PT em função do incêndio que atingiu a área de pavilhões da COP30, em Belém, nesta quinta-feira, 20.
“O chanceler Alemão tinha razão, se ele tivesse ficado estaria correndo do incêndio.
Onde está o PT tudo é destruído, inclusive a COP30
VERGONHA INTERNACIONAL”, escreveu Sóstenes no X.
Em outra mensagem, ele afirmou:
“O PT e o Presidente Descondenado conseguiu literalmente tacar FOGO em tudo! Na Amazônia e na COP30 também! VERGONHA INTERNACIONAL !!!”
Sóstenes continuou:
“Não basta a ESQUERDA queimar a Amazônia também queimam na COP30!
Essa ESQUERDA só faz vergonha ao Brasil!!”
Incêndio na COP30
Um incêndio atingiu nesta quinta-feira, 20, a área de pavilhões da COP30, em Belém.
Imagens mostram labaredas atingindo o teto da Blue Zone, a área das negociações oficiais, além de muita fumaça no local.
A jornalistas, o ministro Celso Sabino, do Turismo, afirmou não haver feridos.
“Ninguém ferido. O incêndio está contido. Os materiais que forram esse pavilhão são antichamas.”
Segundo o ministro, o fogo começou próximo ao estande da China.
“Além de estar quase em frente a um grande batalhão do Corpo de Bombeiros, nós estamos com um grande esquema de contingência aqui, para qualquer eventualidade. Os bombeiros civis e militares prontamente entraram em ação. Já está contido o evento. É procedimento padrão evacuar uma área. Nós estamos aqui com milhares de pessoas participando desse evento”, acrescentou.
Falhas na estrutura da COP30
A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do braço da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), exigiu que o Brasil desenvolvesse um plano para lidar com sérias falhas de segurança e condições estruturais inadequadas na COP30, sediada em Belém. Simon Stiell, secretário-executivo da UNFCCC, enviou uma carta ao governo federal detalhando as vulnerabilidades críticas identificadas no local do evento.
O documento apontou uma série de deficiências, como portas sem mecanismos de proteção, efetivo de segurança insuficiente e a ausência de garantia de que autoridades estaduais e federais responderão a incidentes de invasão. A estrutura de segurança no local, pela qual o governo brasileiro é responsável, tem gerado apreensão.
O secretário-executivo criticou as autoridades brasileiras por uma falha de segurança ocorrida em uma terça-feira à noite, quando ativistas invadiram a área da conferência. Cerca de 150 manifestantes acessaram o espaço, danificando propriedades e ferindo agentes de segurança.
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