Veja como cada parlamentar votou na sessão que derrubou relatório da CPMI do INSS
Por 19 a 12, base do governo impede avanço de indiciamentos
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS rejeitou, na madrugada deste sábado, 28, o relatório final que previa o indiciamento de mais de 200 pessoas]. O parecer foi derrubado por 19 votos a 12.
Votaram contra o relatório: Soraya Thronicke (Podemos-MS), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Jaques Wagner (PT-BA), Eliziane Gama (PSD-MA), Humberto Costa (PT-PE), Jussara Lima (PSD-PI), Rogério Carvalho (PT-SE), Augusta Brito (PT-CE), Teresa Leitão (PT-PE), Meire Serafim (União-AC), Átila Lira (PP-PI), Orlando Silva (PCdoB-SP), Rogério Correia (PT-MG), Ricardo Ayres (Republicanos-TO), Alencar Santana (PT-SP), Paulo Pimenta (PT-RS), Lindbergh Farias (PT-RJ), Neto Carletto (Avante-BA) e Dorinaldo Malafaia (PDT-AP).
Votaram a favor do relatório: Magno Malta (PL-ES), Marcio Bittar (PL-AC), Izalci Lucas (PL-DF), Eduardo Girão (Novo-CE), Rogério Marinho (PL-RN), Damares Alves (Republicanos-DF), Coronel Fernanda (PL-MT), Coronel Chrisóstomo (PL-RO), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Adriana Ventura (Novo-SP), Bia Kicis (PL-DF) e o relator Alfredo Gaspar (União-AL).
O relatório foi apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL) e incluía nomes como Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além de políticos e empresários investigados no esquema.
O texto também sugeria medidas como pedidos de prisão preventiva.
Com a rejeição, a CPMI encerrou seus trabalhos sem aprovar um relatório final.
O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), optou por não colocar em votação um parecer alternativo apresentado por governistas.
A sessão, que começou na manhã de sexta-feira, 27, e avançou pela madrugada, foi marcada por tensão e troca de acusações entre parlamentares.
Após o resultado, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) criticou o desfecho:
“Esta comissão concluiu seu trabalho sem ter o relatório aprovado por [conta de] uma decisão política do presidente [da CPI], do relator, para impedir que nós pudéssemos indiciar Jair Bolsonaro como chefe dessa organização criminosa.”
O relatório previa o indiciamento de 216 pessoas, incluindo autoridades e empresários ligados ao caso.
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Comentários (1)
Annie
28.03.2026 10:22E claro que ia dar em pizza a maioria da CPI estava com o governo .