Tentativa de homicídio por bombeiro militar choca Nova Iguaçu
Um bombeiro militar foi preso em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, após um incidente que culminou em tentativa de homicídio.
Na noite de quinta-feira (1), um bombeiro militar foi preso em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, após um incidente que culminou em tentativa de homicídio. Segundo a CNN, o acusado, Anderson Pereira Bezzoco, disparou contra um carro de aplicativo que transportava uma mulher com quem havia marcado um encontro. Felizmente, ninguém ficou ferido durante o ocorrido.
De acordo com a Polícia Civil, a mulher conheceu Bezzoco em uma academia, onde trocaram contatos e combinaram um encontro em um restaurante local. No entanto, durante a interação, a mulher se sentiu desconfortável com o comportamento do bombeiro e decidiu encerrar a noite, chamando um carro por aplicativo para ir embora.
O que motivou o ataque?
Insatisfeito com a decisão da mulher de deixar o encontro, Bezzoco seguiu o veículo em que ela estava. Em um momento de fúria, ele sacou uma arma de fogo e disparou várias vezes contra o carro. Os tiros atingiram o para-brisa dianteiro e a parte traseira do automóvel, um modelo prata, mas, por sorte, não feriram a passageira nem o motorista.
Uma viatura da 52ª Delegacia de Polícia (DP) de Nova Iguaçu estava nas proximidades e rapidamente prestou socorro às vítimas. O bombeiro militar fugiu do local, mas foi localizado e preso em sua residência pouco tempo depois, ainda na Baixada Fluminense.
Quais as consequências legais para o bombeiro?
A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de Anderson Bezzoco, que agora enfrenta acusações de tentativa de homicídio. Ele foi encaminhado ao Grupamento Especial Prisional (GEP) do Corpo de Bombeiros, onde aguardará o desenrolar do processo judicial.
Em resposta ao incidente, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) emitiu uma nota oficial. A corporação destacou que a operação de prisão foi realizada em conjunto com a 52ª DP e que um procedimento interno foi instaurado para investigar a conduta do militar envolvido.
Como o corpo de bombeiros reagiu ao caso?
O CBMERJ enfatizou que não tolera crimes de qualquer natureza e repudia atos que violem os princípios de ordem, disciplina e moral, que são pilares da profissão de bombeiro militar. A corporação reafirmou seu compromisso com a ética e a legalidade, destacando que medidas apropriadas serão tomadas conforme o andamento das investigações.
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