Tarcísio: “Quem não entendeu isso, não entendeu o Brasil”
"A segurança pública voltou ao centro do debate nacional", diz governador de São Paulo ao celebrar aprovação do PL Antifacção na Câmara
Ao celebrar a aprovação do PL Antifacção na Câmara dos Deputados, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira, 19, que a segurança pública voltou ao centro do debate nacional e “quem não entendeu isso, não entendeu o Brasil”.
“Hoje o cidadão brasileiro, cidadão de bem, tem motivo para comemorar, porque a aprovação do Marco Legal de combate às facções criminosas sepulta definitivamente a era da leniência. O Brasil resolveu chamar essas facções pelo nome certo e decidiu enfrentar o seu maior inimigo. O marco legal representa o início de uma nova etapa, que aquele que vem dominando o território, levando terror às comunidades, enfrentando o estado brasileiro, vai perder. Aqueles que votaram contra resolveram enfrentar o tema pela lente da ideologia. Mas o Brasil resolveu enfrentar o tema pela lente da realidade. Resolveu enfrentar o seu maior inimigo, o crime organizado.
Como resultado, nós temos novos tipos penais aderentes à realidade, ao dia a dia das facções criminosas, o endurecimento drástico de penas, a retirada de benefícios, o fortalecimento da execução penal, a possibilidade maior de asfixia financeira, inclusive com perdimento acelerado de bens e a intervenção em pessoa jurídica. Parabéns à coragem do presidente Hugo Mota e também ao trabalho profissional dirigente do Guilherme Derrite, que foi o relator. A segurança pública voltou ao centro do debate nacional e quem não entendeu isso não entendeu o Brasil“, disse Tarcísio em vídeo publicado no X.
Violência, a maior preocupação dos brasileiros
Pesquisa Genial/Quaest divulgada em novembro apontou que a violência é a maior preocupação para 38% dos brasileiros.
O segundo tema mais citado foi economia, com 15%, seguido por problemas sociais e corrupção, cada um com 13%.
Os entrevistados também se mostraram favoráveis ao aumento da pena para homicídio a mando de organizações criminosas (88%), à retirada do direito de visita íntima para faccionados (65%), à PEC da Segurança Pública (60%) e à transferência da responsabilidade da segurança pública ao governo federal (52%).
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Comentários (2)
Angelo Sanchez
20.11.2025 00:06Muito simples. O “descondenado” não aprova as penas para os seus comparsas, assim como os seus parlamentares, do PT, do PSOL e outros puxadinhos.
Ita
19.11.2025 14:32Tirando a politicagem, natural, acredito que o Congresso tenha ido em direção aos anseios populares. Que Deus nos ajude.