Senador relata encontro com Bolsonaro: “Forte, consciente e tranquilo”
Magno Malta teve visita autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes
O senador Magno Malta (PL-ES) visitou Jair Bolsonaro (PL) em sua residência em Brasília, onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, e afirmou que ele está “forte, consciente e tranquilo”.
“Encontrei o presidente Jair Bolsonaro forte, consciente e tranquilo. Ele sabe que não cometeu crime nenhum. É vítima de uma perseguição para tirá-lo do processo político, mas ele não tem medo de nada. Oramos juntos, e vi de perto: a confiança dele em Deus está ainda mais firme”, escreveu no X.
A visita foi autorizada em 11 de novembro pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), que também permitiu a ida do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na próxima sexta-feira, 21.
Queda em visitas
Um dos advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), João Henrique de Freitas, disse nesta terça-feira, 11, que o interesse no político “não diminuiu” e que a queda no número de visitas a Bolsonaro se deve a uma “limitação imposta“ pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A manifestação de Freitas ocorreu em reação à reportagem de Crusoé que mostra que os pedidos de autorização para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a prisão domiciliar despencaram desde o início de agosto.
Conforme levantamento feito por Crusoé no sistema do Supremo Tribunal Federal (STF), na última semana foram protocoladas 11 solicitações ao ministro Alexandre de Moraes, 56% menos que na primeira semana de cumprimento da prisão, quando houve 25.
Além disso, segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, foram 123 pedidos nos primeiros 30 dias, mas, nos últimos 30 dias, a quantidade caiu para 32. Uma redução de 74%.
“O interesse em Jair Bolsonaro não diminuiu em nenhum momento. Como seu advogado e Assessor Especial, recebo diariamente mais de 10 pedidos de visita. Acontece que Em o min. Alexandre autoriza apenas 1 visita por dia e já negou ou ignorou vários pedidos”, escreveu Freitas, no X.
“Antes da PRISÃO domiciliar, o Pr JB recebia 60 a 70 pessoas por dia em seu gabinete, ultrapassando 100 em pelo menos duas ocasiões. A queda nos protocolos NÃO é escolha: É LIMITAÇÃO IMPOSTA JUDICIALMENTE! A narrativa da mídia é desonesta e tenta fabricar um desinteresse que não existe”, acrescentou.
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