Renan Santos afirma que vai para a “batalha” eleitoral sem pensar em derrota
Candidato disse que não apoiará outros nomes em um eventual segundo turno e afirmou que entra na disputa presidencial para vencer
O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, afirmou nesta terça-feira, 4, que sua candidatura não representa uma “terceira via” e rejeitou a ideia de disputar a eleição apenas como alternativa aos grupos políticos tradicionais. Durante a sabatina de O Antagonista e G4, o presidenciável disse que entra na disputa com o objetivo de vencer.
Questionado sobre a possibilidade de ficar fora de um eventual segundo turno entre outros candidatos e ter de declarar apoio a um dos lados, Renan afirmou que não trabalha com esse cenário.
“Eu voto Renan Santos. Eu não vou para a batalha pensando em perder”, declarou.
O candidato disse que não pretende adotar uma postura de neutralidade e afirmou que sua candidatura busca enfrentar o que classificou como erros dos principais campos políticos do país.
“A gente só está aqui porque adotou um caminho não da neutralidade, mas de enfrentar ambos, de não aceitar o erro de ambos”, afirmou.
Renan declarou que não considera seu projeto político uma alternativa intermediária entre grupos já estabelecidos, mas uma proposta própria construída pelo Missão.
Segundo ele, o partido foi estruturado com base em uma nova organização política e em um modelo de atuação diferente dos partidos tradicionais.
“Eu criei um pensamento político próprio para um grupo político próprio, uma estética própria, uma liderança própria”, disse.
O candidato também rebateu críticas sobre sua experiência para ocupar a Presidência da República. Renan afirmou que sua trajetória no setor privado e sua atuação na criação do Missão demonstram capacidade de gestão.
Ele citou a recuperação de empresas como uma das experiências profissionais anteriores à entrada na política e disse ter administrado estruturas com funcionários, pagamentos e negociações.
“Eu sei o que é fazer uma folha de pagamento e sei o que é pegar uma empresa fechada, quebrada, com funcionários sem receber, e colocar para andar”, afirmou.
Na política, Renan destacou a criação do Missão e disse que conseguiu estruturar o partido em menos tempo e com menos recursos do que outras legendas.
Para o candidato, o próximo presidente precisará tomar decisões difíceis e combinar capacidade de gestão com liderança política.
“Liderar um país não é uma entrevista de emprego. Liderar um país é apontar o caminho de um povo como um todo”, declarou.
A sabatina de O Antagonista e G4 é o primeiro grande evento político a reunir os presidenciáveis antes da eleição deste ano.
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Comentários (1)
Pedro Boer
04.08.2026 14:24O Zema com a experiência no setor privado nesse caso, está mais preparado pois, consertou o estado de Minas Gerais. Não é?