Regras de segurança para drones no Aeroporto de Viracopos
Conheça as regras de segurança para drones no Aeroporto de Viracopos em 2025 e evite problemas com este guia essencial para operar drones com responsabilidade!
O Aeroporto Internacional de Viracopos (VCP), em Campinas, é um dos principais hubs do Brasil, movimentando cerca de 10,3 milhões de passageiros em 2024, segundo estimativas da ANAC. Com o setor aéreo brasileiro projetado para atingir 130 milhões de passageiros em 2025, conforme o Ministério de Portos e Aeroportos, o uso de drones nas proximidades do VCP exige atenção rigorosa às regras de segurança para evitar interferências no tráfego aéreo.
Operado pela Aeroportos Brasil Viracopos, o terminal é um ponto crítico onde a operação de drones é altamente restrita. Este artigo detalha as normas essenciais que você deve conhecer para operar drones com segurança perto do Aeroporto de Viracopos em 2025, com base nas regulamentações da ANAC e do DECEA.
Mantenha distância mínima de aeródromos
A legislação brasileira, conforme a ICA 100-40 do DECEA, proíbe voos de drones a menos de 5,4 km de aeródromos, como o Viracopos, para altitudes até 30 metros (100 pés). Para voos entre 30 e 120 metros (400 pés), a distância mínima aumenta para 9 km. O VCP, com uma pista de 3.240 metros e alta frequência de pousos e decolagens (cerca de 120 mil em 2024), é uma zona de exclusão aérea para drones sem autorização.
Voar sem permissão pode levar à interrupção de operações, como ocorreu em 2023, quando um drone próximo ao aeroporto gerou alertas. Dica: Use o aplicativo SARPAS do DECEA para verificar zonas restritas e evitar áreas próximas ao VCP, como o entorno da Rodovia Santos Dumont.

Solicite autorização prévia ao DECEA
Todo voo de drone dentro de um raio de 9 km do Aeroporto de Viracopos exige autorização prévia do DECEA via SARPAS (Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo). Cadastre seu drone (acima de 250 g) no SISANT da ANAC e envie a solicitação com pelo menos 48 horas de antecedência, informando data, horário, local e altitude. Sem aprovação, o voo é ilegal e sujeito a multas de até R$ 10 mil ou apreensão, conforme o Código Brasileiro de Aeronáutica. Em 2025, o DECEA deve manter o controle rigoroso, especialmente após incidentes como o de Congonhas em 2017. Dica: Planeje com antecedência e tenha o número de aprovação em mãos durante a operação.
Respeite limites de altura e visibilidade
A altura máxima para voos de drones no Brasil é 120 metros (400 pés), mas próximo ao VCP, mesmo essa altitude é proibida sem permissão devido às trajetórias de aproximação e decolagem. Operações devem ser em linha de visada visual (VLOS), mantendo o drone no alcance direto dos olhos do piloto, e preferencialmente durante o dia — voos noturnos aumentam os riscos e exigem equipamentos adicionais (ex.: luzes anticolisão). A visibilidade mínima recomendada é de 5 km, mas chuvas ou nevoeiro, comuns em Campinas, podem suspender autorizações. Dica: Verifique o clima via Climatempo e evite operar em condições adversas.
Evite sobrevoar pessoas e infraestruturas críticas
A RBAC-E nº 94 da ANAC proíbe voos de drones a menos de 30 metros horizontais de pessoas não envolvidas ou anuentes, uma regra crítica perto do Viracopos, onde há tráfego intenso na Rodovia Santos Dumont e áreas residenciais próximas. Sobrevoar infraestruturas críticas, como redes elétricas ou o próprio terminal, é vedado sem permissão especial. Em 2024, Viracopos intensificou a vigilância com câmeras e parcerias comunitárias após avistamentos de drones. Dica: Mantenha-se em áreas abertas e afastadas, como campos rurais a mais de 9 km, e respeite a privacidade alheia.
Esteja preparado para fiscalização e emergências
Operadores de drones perto do VCP devem portar o cadastro SISANT, a homologação da Anatel (obrigatória para drones com radiofrequência) e a autorização SARPAS impressa ou digital. A Polícia Federal e a segurança do aeroporto podem fiscalizar a qualquer momento — em 2023, dois drones foram avistados, gerando alertas. Se houver emergência (ex.: perda de controle), use o retorno automático (RTH) do drone e notifique o DECEA imediatamente. Dica: Leve o celular com o app SARPAS e o número do Cindacta II ((41) 3251-4200) para reportar incidentes, evitando penalidades graves.
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