Quais deputados vão acompanhar o voto de Moraes na Primeira Turma?
Estão na Primeira Turma o líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco, e os deputados Jandira Feghali, Ivan Valente e a líder do PSOL Talíria Petrone
Pelo menos quatro deputados federais vão acompanhar in loco – na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) – o voto do ministro Alexandre de Moraes no julgamento da chamada ação penal do golpe. A manifestação de Moraes será proferida a partir das 9h.
Estão na Primeira Turma o líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS), e os deputados federais Jandira Feghali (PCdoB), Ivan Valente (PSOL) e a líder do PSOL Talíria Petrone. A expectativa é que o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), também acompanhe a retomada do julgamento de Jair Bolsonaro no Supremo.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira, 9, o julgamento da ação penal que apura a atuação do “núcleo 1” na tentativa de golpe de Estado.
O julgamento será retomado com o voto do ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do caso. Conforme apurou este portal, a tendência é que Moraes adote um tom duro, com referências, inclusive, ao 7 de Setembro e às investidas de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, nos Estados Unidos para coagir a Suprema Corte.
A manifestação de Moraes tende a ser longa. Na semana passada, o ministro pediu que o presidente da turma, Cristiano Zanin, convocasse mais duas sessões para julgar o ex-presidente. A expectativa é que o voto de Moraes seja proferido ao longo da manhã desta terça-feira. Moraes é apontado como o ministro que advogará pelas penas mais duras contra Jair Bolsonaro.
O núcleo 1, ou “núcleo crucial”, inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus. São eles: o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ); o almirante e ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos; o ex-ministro da Justiça Anderson Torres; o general da reserva e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional Augusto Heleno; o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República Mauro Cid; o general e ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira; e o general da reserva e ex-ministro da Casa Civil Walter Braga Netto.
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Comentários (1)
Claudemir Silvestre
09.09.2025 09:22Sem entrar no mérito da questão se Bolsonaro deveria ou não ser condenado, quando o Brasil inteiro já sabe a mais de um ano que SIM, o réu em questão JÁ ESTA CONDENADO, acho que tem algo de muito errado 🤷🏻