Quaest: cresce rejeição a Eduardo Bolsonaro
68% dos entrevistados disseram que 'conhecem e não votariam' no filho de Jair Bolsonaro para presidente
A rejeição ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL), que está nos Estados Unidos desde fevereiro tentando livrar Jair Bolsonaro da prisão, cresceu em setembro, apontou pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 18.
Segundo o levantamento, 68% dos entrevistados disseram que ‘conhecem e não votariam’ no parlamentar, caso ele fosse candidato a presidente em 2026.
Por outro lado, 19% afirmaram que ‘conhecem e votariam’ nele, enquanto 13% responderam ‘não conhecer’ o filho de Bolsonaro.
O percentual de rejeição a Eduardo superou em 11 pontos o de agosto, quando 57% dos respondentes disseram que ‘conhecem e não votariam’ no deputado para presidente.
A rejeição a Eduardo ficou em 56% em maio, 56% em março e 55% em janeiro.
Leia também: Em ‘acordão’, Eduardo Bolsonaro vai virar líder da minoria e garantir “mandato remoto”
Eduardo x Lula
A Quaest simulou um eventual segundo turno Lula (PT) e Eduardo Bolsonaro (PL).
Neste cenário, o petista aparece com 47% das intenções de voto, contra 29% do deputado bolsonarista.
Brancos e nulos são 21%; e indecisos, 3%.
Em agosto, Lula tinha 47%, enquanto Eduardo tinha 32% das intenções de voto. Brancos e nulos eram 18%; indecisos, 3%.
Citando pessoas próximas ao parlamentar, O Globo publicou que ele está decidido a se candidatar à Presidência em 2026 e que trabalha com dois cenários.
No primeiro deles, contando com a aprovação da anistia no Congresso, Eduardo espera que o pai o apoie voluntariamente para concorrer ao Palácio do Planalto. No segundo, ele faria sua campanha dos EUA.
Quem deve suceder Bolsonaro?
Na pesquisa, a Quaest perguntou: “Bolsonaro deve disputar a próxima eleição? Se não, quem deve sucedê-lo?”
O candidato “deve ser Jair Bolsonaro” para 19% dos entrevistados.
Na sequência, aparecem Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 15%; Ratinho Júnior (PSD), 9%; Michelle Bolsonaro (PL), 5%; Eduardo Leite (PSD), Pablo Marçal (PRTB) e Ronaldo Caiado (União), 3% cada; Romeu Zema (Novo), 2%.
Eduardo e Flávio Bolsonaro, ambos do PL, 1% cada.
Em agosto, 26% dos entrevistados pela Quaest responderam que o candidato da oposição “deve ser Jair Bolsonaro”. Em julho, eles foram 30%.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre 12 e 14 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.
Leia também: Quaest: maioria não quer Lula candidato, mas não vê opções
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (1)
Annie
18.09.2025 10:39Esse Bozo deveria calar a boca.