Prestígio de Caiado impulsiona sucessor em Goiás, indica Quaest
Governador Daniel Vilela (MDB) lidera a corrida no estado com folga sobre o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), segundo a pesquisa
O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD, foto) ainda tenta convencer a maior parte do Brasil de que é a melhor opção para governar o país, mas, em Goiás, seus prestígio segue intacto.
Para 71% do eleitorado goiano, Caiado merece eleger o sucessor que indicar, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 30.
E o sucessor de Caiado no comando de Goiás, o governador Daniel Vilela (MDB), de fato lidera a corrida eleitoral no estado, com 37% das intenções de voto contra 21% do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) e 11% do senador Wilder Morais (PL), no principal cenário de disputa.
O instituto ouviu 1.104 eleitores de 24 a 28 de julho e a pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais.
Num segundo turno contra Perillo, Vilela venceria por 52% a 28%. Contra Wilder, a vitória do atual governador de Goiás seria por 54% a 16%.
A distância do candidato de Caiado para o tucano cresceu cinco pontos desde a última pesquisa, feita em abril. Na comparação com Wilder, Vilela a abriu oito pontos desde então.
Perillo é o candidato mais rejeitado nessa disputa, com 46% do eleitorado decidido a não votar nele.
Prestígio
Caiado deixou o governo em abril como um dos governadores mais bem avaliados do país. Como consequência, 41% dos eleitores de Goiás dizem que o próprio eleito deve “mudar apenas o que não está bom”, 36% acham que ele “deve continuar o trabalho que vem sendo feito” e 18% gostariam que o futuro governador mudasse totalmente os rumos do estado.
A aprovação do governo de Caiado é de 87%, segundo a pesquisa publicada hoje. Já a aprovação do governo de Vilela, que tem poucos meses no cargo, é de 64%.
Na corrida presidencial, Caiado rivaliza com os dois principais candidatos em Goiás. O ex-governador lidera as intenções de voto no estado com 33%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 27%, e Lula, com 23%.
Num segundo turno contra Lula, ele teria 67% dos votos contra 23%. Flávio também ganharia do petista no estado por 47% a 35%.
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