“Perde o Lula, ganha o Brasil”, diz Nikolas sobre derrota de Messias no Senado
Deputado do PL afirma que rejeição inédita impõe revés ao Planalto e diz que votação “expôs” o indicado ao STF
A rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado Federal provocou reação de parlamentares da oposição. Em vídeo divulgado nas redes sociais, nesta quarta-feira, 29, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) comemorou o resultado e associou a derrota ao governo do presidente Lula.
Segundo o parlamentar, a votação, que terminou com 42 votos contrários e 34 favoráveis, marca um episódio inédito. Em sua fala, ele sustenta que a análise do nome de Messias ao STF expôs, ao longo do processo, pontos que, na visão dele, pesaram contra a aprovação.
“Passando pra avisar que pela primeira vez na história do Brasil, o ministro do STF, que foi indicado pelo Lula, Jorge Messias, foi rejeitado pelo Senado Federal, com 42 votos contrários a 34 favorável. Afinal de contas, a face de quem é Jorge Messias foi exposta por o Brasil inteiro“, disse.
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Na sequência, o deputado elenca críticas ao indicado, mencionando posicionamentos e atuações atribuídas a Messias durante sua trajetória no governo federal.
“Uma pessoa que se diz cristã, mas que fez um parecer favorável ao aborto, uma pessoa que se diz cristã, mas se vangloria de ter literalmente perseguido as pessoas do dia oito, que criou o Ministério da Verdade pra poder censurar os brasileiros e tantas mais coisas que a gente avisou ao longo do dia“, destacou.
A votação no Senado ocorreu após sabatina do indicado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa obrigatória no processo de escolha de ministros do STF. A rejeição em plenário encerra a tramitação da indicação, impedindo a nomeação para a vaga na Corte.
Nikolas também direcionou elogios aos senadores que votaram contra a indicação e ao que classificou como mobilização popular.
“Quero parabenizar aos senadores, parabenizar o povo brasileiro e mostrar mais uma vez a força das pessoas quando elas querem fazer o bem. Perde o Lula, ganha o Brasil, concluiu.
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