Brasil
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Felizmente, Adams é um desastre
O governo, por meio de Luís Inácio Adams, o advogado administrativo do PT, joga pesado para que o TCU transforme a rejeição das contas de 2014 em "aprovação com ressalvas" (outra especialidade brasileira)...
O caixa Pronatec
Canário na CPI
O canário e o impeachment
Sergio Moro deu o xeque-mate
Xeque-mate. O lobista da SBM, Júlio Faerman, assinou um acordo de delação premiada com os procuradores da Lava Jato. Segundo o Correio Braziliense, o acordo foi assinado em maio e Júlio Faerman espera a homologação da Justiça para relatar o que sabe.Pedro Barusco contou que Júlio Faerman repassou 300 mil dólares em propinas à campanha de Dilma Rousseff, em 2010, através de João Vaccari Neto. A SBM é holandesa. Um partido que recebe dinheiro do exterior pode ser extinto...Comendo a rainha
O BNDES na Bolívia. Superfaturamento, pau nos índios e Lula no jatinho da OAS
Publicará amanhã o BRIO (www.brio.media/pt/watch-dog): "Um passo fundamental para a entrada da OAS na Bolívia foram os entendimentos que levaram a empreiteira a substituir a Queiroz Galvão, expulsa do país acusada de não cumprir o contrato na construção da estrada Tarija-Potosí. A obra foi iniciada em 2003. A negociação entre os governos da Bolívia e do Brasil tentava evitar o rompimento do contrato de financiamento do BNDES para essa obra e os inevitáveis atrasos na execução. Como solução, em 2009, o projeto de 226 milhões de dólares foi repassado para a OAS, que deveria corrigir erros de execução e concluir a estrada...
O BNDES no Equador. O pagamento de 20 milhões de dólares da Odebrecht
Como diz o BRIO, é conhecida a disputa entre o governo do Equador com a Odebrecht e o BNDES, por causa da construção da hidrelétrica de San Francisco, principalmente -- uma obra símbolo de falta de planejamento ambiental. O presidente Rafael Correa investiu contra a empreiteira e o banco, por causa de custos e problemas de engenharia. Expulsou do país executivos da Odebrecht e pediu uma indenização de 43 milhões de dólares...
O BNDES na Venezuela. A reunião entre Chávez, Lula, Dirceu e Emílio Odebrecht
Em Caracas, capital da Venezuela, com dinheiro do BNDES, a Odebrecht toca a linha 5 do metrô, considerada essencial para descongestionar o sistema de transportes da cidade. A obra começou em 2007 e já sofreu dois adiamentos. A inauguração agora está prevista para dezembro de 2018. O custo do quilômetro aumentou 220% em relação ao preço original. Está hoje em 273 milhões de dólares, quase 100 milhões de dólares a mais do que o custo do quilômetro do metrô que ligará a Zona Sul carioca à Barra da Tijuca...
O BNDES no Peru. US$ 1,2 bilhão a mais por uma estrada e os capilés da Camargo Corrêa
Exclusivo: antecipamos a investigação do site BRIO sobre o BNDES
Ala do TSE e do STF acaba com o debate da TV Globo e com eleições livres
E a Justiça criou o caos…
Associações de imprensa protestam contra intervenção judicial no debate da Globo
Crusoé: Gilmar tentou ajudar Lula?
Marina lidera por margem estreita disputa pelo Senado, diz pesquisa
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