Paes surfa em Lady Gaga: “Entenderam ou precisa desenhar?”
Prefeito do Rio rebateu críticas sobre realização de show na Praia de Copacabana
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), usou as redes sociais para rebater críticas ao show da cantora Lady Gaga, realizado na Praia de Copacabana no sábado, 3.
Em publicação no X, Paes divulgou gráficos de receita de publicidade que indicam uma receita publicitária superior a R$ 98 milhões.
“Impacto Econômico do Show da Lady Gaga! Só em publicidade o show rendeu para o Rio R$98.065.260Mi. Só multiplicar os números nas imagens. Entenderam ou precisa desenhar?”, escreveu no X.
Críticos do prefeito repudiaram a realização do evento na capital carioca, acusando sua gestão de priorizar temas irrelevantes para a cidade.
“Ainda bem que o prefeito do Rio de Janeiro providenciou o show da Lady Gaga no Carnaval”, escreveu o deputado Nikolas Ferreira (PL), de Minas Gerais, no X.
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Ataque a bomba?
A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério da Justiça identificaram uma ameaça de ataque a bomba durante o show da cantora Lady Gaga.
Um homem foi preso e um adolescente apreendido na Operação Fake Monster, deflagrada para desarticular o grupo responsável pelo plano.
Segundo a investigação, o grupo preparava atentados com explosivos improvisados e coquetéis molotov. O plano era tratado pelos envolvidos como um “desafio coletivo” e tinha como alvos preferenciais crianças, adolescentes e o público LGBT.
O objetivo seria ganhar notoriedade em plataformas digitais, onde também promoviam discurso de ódio, incentivavam a automutilação e disseminavam pornografia infantil como forma de pertencimento.
A operação cumpriu 15 mandados de busca e apreensão contra nove alvos nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. Foram recolhidos dispositivos eletrônicos e outros materiais que serão analisados.
A operação teve como objetivo neutralizar ações digitais com risco potencial para o público do evento. Segundo a Polícia Civil, a ação foi conduzida com discrição para evitar pânico ou distorção das informações à população.
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