Onça-pintada 'Medrosa' salta de cima de árvore para arrastar jacaré para fora do rio

16.01.2026

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Onça-pintada ‘Medrosa’ salta de cima de árvore para arrastar jacaré para fora do rio

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4 minutos de leitura 16.01.2026 15:42 comentários
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Onça-pintada ‘Medrosa’ salta de cima de árvore para arrastar jacaré para fora do rio

Animais reconhecidos, como a “Medrosa”, estimulam visitantes interessados em fotografia de natureza e em comportamento animal

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Onça-pintada ‘Medrosa’ salta de cima de árvore para arrastar jacaré para fora do rio
Onça-pintada 'Medrosa' salta de cima de árvore para arrastar jacaré para fora do rio. Créditos: depositphotos.com / Nick Dale Photography

A presença recorrente da onça-pintada conhecida como “Medrosa” no Parque Estadual Encontro das Águas, no Pantanal de Mato Grosso, tem chamado a atenção de quem acompanha a fauna da região.

Um registro em vídeo mostrou o animal em mais uma caçada a jacarés, reforçando a importância desse predador no equilíbrio do ecossistema pantaneiro e evidenciando como imagens de felinos em vida livre circulam com rapidez nas redes sociais.

Quem é a onça-pintada “Medrosa” no Pantanal

Guias locais, turistas e pesquisadores já identificam a onça-pintada “Medrosa” com facilidade, tornando-a um dos símbolos da observação de fauna no Pantanal.

Ela é frequentemente vista em áreas de rio com grande concentração de jacarés, o que favorece registros em foto e vídeo.

Especialistas ressaltam que se trata de um felino selvagem, com comportamento imprevisível, exigindo respeito às distâncias de segurança em qualquer passeio de avistamento. Esse cuidado protege tanto os animais quanto os visitantes.

Como “Medrosa” se destaca na cadeia alimentar

onça-pintada no Pantanal ocupa o topo da cadeia alimentar e controla populações de presas como os jacarés, mantendo o equilíbrio ecológico.

A “Medrosa” se destaca por aparecer com frequência em registros de caçada, permitindo observar melhor seus padrões de comportamento.

Observadores relatam que essa fêmea costuma caçar nas margens de rios e corixos, onde jacarés descansam ou se aquecem ao sol.

A combinação de força, discrição e camuflagem faz dela uma caçadora eficiente, bem adaptada ao Pantanal mato-grossense.

Leia também: Sucuri desinformada morre perfurada após comer um armal

Como funciona a caça dos jacarés

A caçada de onça-pintada a jacarés envolve estratégia e observação cuidadosa do ambiente, em terra firme e na água.

A “Medrosa” utiliza o relevo, a vegetação e a dinâmica dos corpos d’água para se aproximar sem ser notada, atacando no momento de maior vulnerabilidade da presa.

Entre as táticas registradas em imagens de campo, destacam-se ações que exemplificam a eficiência predatória da espécie:

  • Aproximação silenciosa: uso da vegetação como cobertura para reduzir ruídos.
  • Ataque surpresa: salto rápido direcionado ao pescoço ou à cabeça do jacaré.
  • Força de mordida: mordida potente, capaz de perfurar ossos e imobilizar a presa.
  • Arraste da presa: deslocamento da carcaça para locais mais seguros, longe da água.

Por que a onça-pintada do Pantanal atrai tantos turistas

O turismo de observação de onça-pintada no Pantanal tornou-se uma atividade importante para a economia local, com rotas específicas em áreas de maior probabilidade de avistamento.

Animais reconhecidos, como a “Medrosa”, estimulam visitantes interessados em fotografia de natureza e em comportamento animal.

Imagens amplamente divulgadas em redes sociais aumentam a visibilidade da espécie e reforçam a demanda por passeios em barcos equipados.

Guias experientes orientam para evitar perseguições excessivas e garantir distâncias mínimas de segurança, promovendo turismo responsável.

Quais são os desafios para conservar a onça-pintada no Pantanal

onça-pintada no Pantanal mato-grossense enfrenta ameaças como desmatamento, queimadas, conflitos com atividades rurais e alterações no regime de cheias.

Mesmo com exemplares famosos como a “Medrosa”, muitos indivíduos seguem vulneráveis à perda de habitat e à caça ilegal.

Pesquisadores e órgãos de conservação adotam ações como monitoramento por câmeras, parcerias com comunidades e programas de educação ambiental.

A manutenção de áreas protegidas, como o Parque Estadual Encontro das Águas, é essencial para garantir que cenas de caçada e interação natural continuem sendo observadas nas próximas décadas.

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