O pulo de Augusto Cury nas redes sociais
Candidato à presidência pelo Avante, o escritor ganhou 1,3 milhões de seguidores nas redes sociais em apenas dois dias
Candidato à presidência pelo Avante, o escritor Augusto Cury ganhou 1,3 milhões de seguidores nas redes sociais em apenas dois dias.
Durante esse período, foram mais de 250 milhões de visualizações e 8 milhões de visitas em seu perfil.
Esse avanço é fruto de alguns fatores: de sua participação no debate da TV Band, realizado no domingo último, e considerado pela campanha como um boom de crescimento digital, e do trabalho de prospecção do marqueteiro Sérgio Lima, de toda a sua equipe de comunicação, que conta com o apoio da gestora de tráfego Ana Luísa Alverca.
Entre as medidas defendidas pelo psiquiatra em seu plano de governo, estão o uso de drones equipados com sirene e inteligência artificial no combate ao feminicídio, além de atendimento psicológico gratuito para crianças vítimas de abuso sexual.
Cury também propõe o fim da vitaliciedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), substituída por mandatos definidos.
O programa inclui ainda a criação de 10 mil clubes voltados ao empreendedorismo, capacitação de policiais e iniciativas para reduzir a insegurança alimentar.
Na área educacional, o candidato defende uma reformulação do modelo escolar e descreve os professores como responsáveis pela transmissão organizada do conhecimento aos alunos.
Sua candidatura é tratada como um gesto de voluntarismo para curar a dor alheia.
“Por que eu, que sou publicado em mais de 90 países, considerado o psiquiatra mais lido do mundo, e que poderia viver confortavelmente em qualquer um destes países, coloquei-me como candidato à Presidência da República, em um ambiente tão tóxico e que, sinceramente, não amo? Porque aliviar a dor dos brasileiros é mais importante do que o meu conforto. E porque a omissão daqueles que podem contribuir é mais cruel do que a ação dos radicais e daqueles que procuram destruir…“, diz o texto.
Antes de se filiar ao Avante, Cury manteve contato com outras legendas, entre elas PSD, PSDB, MDB, PMB, Republicanos, Podemos e Novo. Ele nega motivação pessoal na disputa: “Não amo o poder, não preciso do poder e não busco o poder pelo poder. Não se trata de um projeto pessoal”.
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