Nunes sobre 2026: “O que Tarcísio pedir, não tenho como negar”
Prefeito de São Paulo elogiou parceria com o governador do estado e se coloca à disposição para eventual candidatura ao Palácio Bandeirantes
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou nesta segunda-feira, 17, que poderia considerar uma candidatura ao governo estadual, caso receba um pedido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
“Meu desejo é cumprir os quatro anos. Eu acho que ele não vai fazer isso, mas o que Tarcísio me pedir eu não tenho como negar”, disse, em entrevista à GloboNews.
Nunes destacou a “sintonia” que tem com Tarcísio e afirmou que a parceria tem sido fundamental para avançar com projetos na capital, entre eles a desmobilização da Cracolândia.
Pesquisa
Uma pesquisa do Instituto Paraná, divulgada em 25 de fevereiro, mostrou o prefeito de São Paulo numericamente à frente do influenciador digital Pablo Marçal (PRTB) numa possível disputa pelo governo de São Paulo em 2026.
Esse cenário, no qual Nunes aparece com 27% das intenções de voto e Marçal tem 25,6%, poderia ocorrer caso o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), grande favorito à reeleição, decida concorrer à Presidência da República.
Como a margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais, Nunes e Marçal estão tecnicamente empatados nesse cenário, que conta também com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte do Brasil, Márcio França (PSB, 17%), o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT, 6,3%) e o ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB, 5,1%).
No cenário da Paraná sem Marçal na disputa, Nunes aparece com 35,8%, à frente de França (21,6%), Padilha (8%) e Serra (6,5%).
Nunes já havia aparecido em primeiro em pesquisa RealTime Big Data divulgada em 14 de fevereiro.
Ele registrou 37% àà frente do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que tinha 18%. Em seguida, apareceram o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), que marcou 9%, e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), com 7%.
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