Nova carteira de identidade será obrigatória para continuar recebendo benefício do INSS
Veja quem precisa emitir agora e quem pode esperar
A partir de 1º de janeiro de 2028, a Carteira de Identidade Nacional passa a ser o único documento aceito pelo INSS para comprovação de identidade, afetando diretamente quem recebe ou pretende solicitar benefícios previdenciários.
O que muda com o novo RG biométrico exigido pelo INSS?
A principal mudança é a unificação da identificação civil em torno da Carteira de Identidade Nacional, conhecida como novo RG. Esse documento é vinculado ao CPF e reúne dados biométricos que aumentam a segurança nos atendimentos.
Com a nova regra, outros documentos deixam de ser aceitos gradualmente, até que apenas a CIN seja válida para qualquer procedimento ligado a benefícios previdenciários.

Quando o novo RG passa a ser obrigatório para benefícios do INSS?
A exigência acontece de forma progressiva e já está em andamento. O objetivo é permitir adaptação sem prejudicar quem depende dos pagamentos mensais.
O cronograma oficial segue três etapas principais, que determinam quais documentos ainda são aceitos em cada fase.
- Desde novembro de 2025, novos pedidos já exigem biometria no INSS registrada em documentos compatíveis.
- A partir de maio de 2026, quem não tiver biometria precisará emitir a CIN para concluir solicitações.
- Em janeiro de 2028, apenas o novo RG biométrico será aceito em todos os serviços.
Quem já recebe aposentadoria ou pensão corre risco de corte?
Não. Apesar de boatos nas redes sociais, o benefício do INSS não será cortado de forma automática por falta do novo RG durante a transição.
O documento antigo continua válido por enquanto, e qualquer necessidade de atualização será comunicada com antecedência, sem bloqueio imediato dos pagamentos.

Quais pessoas podem ter exceção na exigência do novo RG?
O próprio INSS reconhece que nem todos conseguem emitir o documento com facilidade. Por isso, existem exceções temporárias enquanto não houver alternativa viável de coleta biométrica.
Essas situações são analisadas caso a caso, levando em conta idade, saúde e local de residência do segurado.
- Pessoas com mais de 80 anos ou com mobilidade reduzida.
- Moradores de regiões isoladas ou de difícil acesso.
- Migrantes, refugiados, apátridas e residentes no exterior.
O que o beneficiário do INSS deve fazer agora?
Mesmo com prazo até 2028, a recomendação é não deixar para a última hora. Emitir a CIN com antecedência evita filas, atrasos e problemas em atualizações futuras.
Quem depende de aposentadoria e pensão também ganha mais tranquilidade ao já estar com o documento adequado para qualquer solicitação.
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