Minoria questiona descarte de 195 mil urnas pelo TSE
Caroline de Toni (PL-SC) e outros deputados oficiam órgão sobre critérios técnicos e administrativos que levaram ao descarte das urnas
Minoria da Câmara dos Deputados protocolou nesta segunda-feira (10) um requerimento de informação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo esclarecimentos sobre a decisão de descartar 195 mil urnas eletrônicas.
O documento, assinado pela líder da Minoria, Caroline De Toni (PL-SC), e pelos vice-líderes Carlos Jordy (PL-RJ), Chris Tonietto (PL-RJ) e André Fernandes (PL-CE), questiona os critérios técnicos e administrativos que levaram ao descarte das urnas.
Em fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a destruição de 195 mil urnas eletrônicas que estão fora de uso. O recolhimento foi realizado em todo o território nacional e incluiu todos os equipamentos do modelo UE2009.
“Essa medida reafirma a preocupação permanente da Justiça Eleitoral com a preservação ambiental”, informou o órgão.
Requerimento
Entre os tópicos listados, os parlamentares questionam os motivos do descarte e se foi seguido o padrão de 10 anos ou 6 eleições de uso, registros de auditorias ou avaliações de desempenho das urnas que foram descartadas, além de possíveis problemas operacionais e de segurança, relacionados ao prazo de validade.
De Toni, destacou a importância da transparência no processo. “Os esclarecimentos são essenciais para que o povo entenda os critérios e as diretrizes que norteiam a modernização e o aprimoramento do sistema eleitoral. A transparência é fundamental para o fortalecimento da confiança nas instituições democráticas”, afirmou. O TSE ainda não se manifestou oficialmente sobre o requerimento.
Oposição
Sob o comando da deputada bolsonarista Caroline de Toni (PL-SC) a Minoria na Câmara dos Deputados segue questionando o Judiciário e o governo Lula.
Como mostramos, De Toni (PL-SC), protocolou embargos de declaração junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as irregularidades do programa Pé-de-Meia.
Segundo a parlamentar, há indícios de que a Caixa Econômica Federal tenha custeado o programa com recursos próprios, o que poderia agravar ainda mais o quadro de irregularidades já identificadas. De Toni solicitou esclarecimentos sobre como o Tribunal de Contas pretende monitorar a situação, apesar da liberação dos repasses do programa.
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Comentários (1)
ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO
12.03.2025 19:22Vem mais uma teoria da conspiração por aí.