João Campos processa posto de gasolina que leva seu nome
Prefeito do Recife pediu remoção do nome fantasia "João Campos" de estabelecimento da zona sul da capital pernambucana
O prefeito de Recife, João Campos, foi à Justiça contra um posto de gasolina que leva o seu nome no bairro de Boa Viagem, na zona sul da capital, segundo o Metrópoles.
No processo, Campos afirmou que o estabelecimento “João Campos Posto de Gasolina” estaria se beneficiando de sua notoriedade enquanto político “para atrair maior atenção, simpatia e interesse”.
Em nota, a prefeitura do Recife ressaltou que Campos realizou “contato com os responsáveis”, porém, “em razão da recusa” de tirar o “nome fantasia adotado”, entrou com uma ação judicial.
“O prefeito João Campos esclarece que, para evitar potencial de confundir a população em relação à propriedade do estabelecimento, realizou contato com os responsáveis pelo posto de combustíveis, a fim de solicitar a retirada amigável do nome fantasia adotado. Em razão da recusa, foi ajuizada ação perante o Poder Judiciário, que prontamente reconheceu o direito e atendeu o seu pedido, determinando a modificação do nome fantasia do estabelecimento”, diz trecho.
Em fevereiro, o juiz Damião Severiano de Souza determinou a retirada do nome do posto de gasolina, sob multa diária de R$ 1.000 até o limite de R$ 100 mil. Os advogados do estabelecimento recorreram da decisão.
Campos x Lyra
Na última semana, uma pesquisa Genial/Quaest indicou que Campos seria eleito governador de Pernambuco no primeiro turno caso a eleição ocorresse hoje — e caso ele opte por deixar o comando da Prefeitura antes da hora, naturalmente.
O prefeito do Recife aparece com 56% das intenções de voto, bem à frente da governadora Raquel Lyra (PSDB), que tem 28%, e o ex-ministro Gilson Machado (PL), que aparece com apenas 5%.
Para 52% dos eleitores pernambucanos, Raquel, que se movimenta há meses para mudar de partido, não merece ser reeleita — outros 44% discordam.
O governo da tucana é aprovado por 51% do eleitorado, 3 pontos percentuais a menos desde dezembro, dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 1.104 eleitores de 19 a 23 de fevereiro.
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