Fuga em massa no AM: polícia confirma identidade de presos
No total, 14 detentos conseguiram fugir na véspera de Natal; até o momento, somente um deles foi recapturado
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) confirmou a identidade dos 14 detentos que fugiram da Unidade Prisional de Maués na quarta-feira, 24, véspera de Natal.
A lista conta com presos com passagens por crimes como roubo, homicídio e tráfico de drogas. Até o momento, somente um dos detentos foi recapturado.
A fuga teria ocorrido no período da manhã, durante o banho de sol, de acordo com a Rede Amazônica. Os presos cerraram uma grade de proteção no pátio da unidade e deixaram o local.
Os nomes divulgados pela Polícia Civil do Amazonas
Eis a lista dos presos que fugiram:
Alberte da Silva Sarrae
Ener Ferreira Mendonça
Rodrigo do Carmo Tavares
Vitor Gabriel Gonçalves Pantoja
Robert William Gonçalves Pantoja
Victor Hugo e Silva Moreira
Breno Leão da Silva
Dioncemar de Oliveira Rodrigues
Uily Cardoso Pereira
Cristian Douglas Barão de Lima
Luiz Prestes Caldeira Neto
Kerlisson de Oliveira Rodrigues
Henrique Bernardo de Azevedo Mendonça
Clenilson Soares Gama
Apenas Ener Ferreira Mendonça foi recapturado. A polícia não deu detalhes sobre como ele foi encontrado.
Inaugurada em 2025, a unidade prisional tem capacidade para 100 detentos e funciona como presidio regional, recebendo detentos Maués e de outras seis cidades da região do Baixo Amazonas.
Após a fuga as Forças de Segurança Integradas passaram a atuar de forma coordenada no município, com o objetivo de capturar os internos foragidos e reforçar a segurança na região. Não há registro de mortos, feridos ou reféns. Não há registro de mortos, feridos ou reféns.
Minas Gerais também teve fuga
Quatro detentos foram soltos irregularmente do Ceresp, em Belo Horizonte, após o uso de ordens de soltura fraudulentas emitidas com credenciais legítimas do sistema da Justiça, o que desencadeou uma investigação conjunta de órgãos de controle e segurança.
Como ocorreu o uso fraudulento de ordens de soltura
Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não houve ataque hacker tradicional, mas uso indevido de dados reais de acesso ao sistema judicial.
Segundo a CNN, as ordens tinham aparência formalmente correta, o que levou à liberação dos quatro presos sem despertar suspeitas imediatas.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)