Escritório de Viviane nega relação com Vorcaro em uso de aeronaves
Banca afirma que voos foram contratados como táxi aéreo e pagos nos termos contratuais; “ não envolve qualquer vínculo pessoal”
O escritório Barci de Moraes, da advogada Viviane Barci, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, afirmou em nota ao Antagonista que “nenhum integrante jamais viajou em aviões de Daniel Vorcaro ou Fabiano Zettel“. Ainda segundo o texto, o escritório “contrata diversos serviços de taxi aéreo, e que entre os que já foram em algum momento contratados está o da empresa Prime Aviation”. A banca sustenta que a contratação segue parâmetros operacionais e não estabelece vínculo com proprietários das aeronaves.
De acordo com o escritório, os serviços foram realizados dentro de condições contratuais, e “todos os valores eram pagos compensando os honorários advocatícios nos termos contratuais”. Eles reforçam ainda que “a contratação desses serviços de táxi aéreo segue critérios operacionais e não envolve qualquer vínculo pessoal com proprietários de aeronaves ou operadores específicos”. A defesa também afirma que não há relação entre seus integrantes e os nomes citados.
“Nenhum de seus advogados conhece Fabiano Zettel, com quem jamais tiveram qualquer espécie de contato”, diz o texto.
O posicionamento também questiona a associação entre passageiros e aeronaves a partir dos dados utilizados. Segundo o escritório, “os dados que apontariam viagens de integrantes do escritório não trazem qualquer informação específica sobre os voos, fazendo ilações com base em suposta presença na base aérea”. A manifestação ocorre após a divulgação de informações sobre deslocamentos registrados a partir do terminal executivo do Aeroporto de Brasília, com base em cruzamento de dados oficiais.
Entenda
O ministro do STF Alexandre de Moraes e a advogada Viviane Barci de Moraes aparecem como passageiros de ao menos oito voos realizados em jatos executivos de empresas ligadas ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, entre maio e outubro de 2025
Levantamento revelado pela Folha de S. Paulo aponta que os dados foram obtidos a partir do cruzamento de três bases oficiais: registros de embarque no terminal executivo do Aeroporto de Brasília, mantidos pela Anac, informações de decolagens compiladas pelo Decea, e a identificação dos proprietários das aeronaves no Registro Aeronáutico Brasileiro.
De acordo com o jornal, a maior parte dos voos, sete ao todo, foi realizada em aeronaves da Prime Aviation, empresa de compartilhamento de bens de luxo da qual Vorcaro era sócio por meio do fundo Patrimonial Blue. Os aviões da companhia têm autorização para operar como táxi aéreo.
Leia mais: Registros ligam Moraes e esposa a voos em jatos de empresas de Vorcaro
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Comentários (4)
Junior
01.04.2026 12:41Meu comentário: kkkkkkk
Annie
01.04.2026 10:48Se fizerem uma investigação séria a verdade aparecerá .
Magdalena Buzolin
01.04.2026 10:20😂😂😂😂😂😂😂
Vitor Carlos Marcati
01.04.2026 08:53Deixe aqui sua risada kkkkkkkkkkkkkkk