Erika Hilton vai a festa de Halloween fantasiada de “deusa da justiça”
O evento ocorreu no WTC Gran Hotel em São Paulo e contou com Sabrina Sato como madrinha do evento, além de apresentações musicais Anitta e João Gomes
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), apareceu no baile de Halloween promovido pela Sephora, no último sábado, 18, com uma fantasia preta que, segunda ela, representava a “Deusa da Justiça”. O evento ocorreu no WTC Gran Hotel em São Paulo.
Reconhecida por suas fantasias criativas, a festa reuniu um seleto grupo de artistas, influenciadores e figuras públicas.
A fantasia de Erika Hilton trazia uma venda nos olhos, elemento característico em todas as representações da deusa Têmis.
A edição deste ano do Baile de Halloween teve como tema “A Máquina do Tempo”, e contou com Sabrina Sato como madrinha do evento, além de apresentações musicais Anitta e João Gomes.
Erika Hilton, deusa da justiça?
Erika Hilton é uma figura proeminente na política brasileira, conhecida por sua militância em defesa dos direitos LGBTQIA+, especialmente como a primeira mulher trans eleita para a Câmara dos Deputados.
Embora tenha se fantasiado de “deusa da justiça”, a atuação da deputada não é muito compatível com a imagem na qual se inspirou.
Uma das críticas mais recorrentes ao seu mandato é o uso de cargo público para benefícios pessoais, o que contrasta com a defesa de igualdade sem privilégios.
Em junho de 2025, Erika Hilton foi acusada de contratar dois maquiadores como secretários parlamentares em seu gabinete na Câmara, com salários de até R$ 9.600 pagos com verba pública.
Críticos alegam que eles atuavam principalmente em serviços pessoais, como maquiagem para eventos e viagens internacionais, o que configuraria desvio de função e uso indevido de recursos para “produção de imagem pessoal”, enquanto ela defende pautas de equidade social.
A oposição acionou o Conselho de Ética da Câmara e o Tribunal de Contas da União (TCU), argumentando que isso viola a legalidade e representa “afronta direta” ao erário. Hilton rebateu, afirmando que os profissionais exercem funções administrativas e legislativas, e classificou a repercussão como “perseguição” e “transfobia”.
Em julho e agosto de 2025, Hilton foi criticada por posar com uma bolsa de grife avaliada em R$ 18.000 a R$ 27.420 durante sessões no Congresso.
Internautas e veículos conservadores a acusaram de hipocrisia, pois ela se posiciona como defensora das periferias e contra desigualdades, enquanto ostenta itens caros em uma estilo de vida luxuoso.
A deputada negou os valores, chamando-os de “falsos” e afirmando que “isso não existe”.
Em junho de 2025, ela faltou à Parada LGBT+ em São Paulo para assistir a um show de Madonna no Rio de Janeiro, o que gerou críticas de “descompromisso” com a causa que defende. Aliado à polêmica dos maquiadores, isso foi interpretado como priorização de interesses pessoais sobre deveres públicos.
Em junho de 2025, Hilton interagiu publicamente com Oruam (filho de Marcinho VP, líder do Comando Vermelho), orientando-o a se envolver em movimentos periféricos e políticos.
Críticos a acusaram de proximidade com facções criminosas. Hilton afirmou não conhecer as controvérsias na época e negou qualquer ligação com facções.
Leia também: O ‘look ostentação’ de Erika Hilton
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Comentários (1)
Rafael Tomasco
20.10.2025 12:22Vamo trabalhar gente, precisamos bancar as lacradas dessa palhaça e de todos os seus coleguinhas deputaggers!