Entregadores de aplicativos entrarão em greve nacional
Entregadores de aplicativos no Brasil iniciam paralisação nacional, reivindicando melhorias nas condições de trabalho.
Os entregadores de aplicativos de entrega de comida e outros serviços no Brasil iniciaram uma paralisação de dois dias, que começou nesta segunda-feira, 31 de março, e se estenderá até a terça-feira, 1º de abril. O movimento, conhecido como “Breque dos APPs”, é liderado por entregadores em São Paulo e conta com o apoio de organizações como o Movimento VAT-SP e a Minha Sampa.
Os trabalhadores reivindicam melhorias nas condições de trabalho, incluindo um pagamento mínimo de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro rodado. Além disso, exigem limites de 3 quilômetros para entregas realizadas com bicicletas e o fim do agrupamento de corridas sem a devida compensação financeira. Os entregadores argumentam que o modelo atual de trabalho é precarizado e explora o cansaço dos trabalhadores.
Quais são as demandas dos entregadores?
As principais demandas dos entregadores incluem:
- Pagamento mínimo: Os entregadores pedem um valor mínimo de R$ 10 por entrega, garantindo uma remuneração justa pelo serviço prestado.
- Compensação por quilômetro rodado: Exigem R$ 2,50 por quilômetro, o que ajudaria a cobrir os custos de deslocamento.
- Limite para entregas com bicicletas: Proposta de um limite de 3 quilômetros para entregas realizadas com bicicletas, visando a segurança e o bem-estar dos entregadores.
- Fim do agrupamento de corridas: Solicitam o término do agrupamento de corridas sem compensação financeira adequada, que sobrecarrega os trabalhadores.
A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa empresas como iFood e Uber, declarou que respeita o direito de manifestação dos entregadores e está disposta ao diálogo.
O movimento de paralisação destaca a crescente insatisfação dos entregadores com as condições de trabalho e a busca por melhorias significativas. A mobilização dos trabalhadores e o apoio de organizações sociais indicam uma pressão crescente por mudanças no setor de entregas por aplicativos.
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Comentários (1)
Fabio B
31.03.2025 10:51Este país está muito longe de dar certo quando ainda hoje, o nome dessa biscate da Michelle Bolsonaro é considerado adequado por tanta gente. O meu alívio é que a chance dessa desqualificada concorrer é praticamente ZERO, e por um motivo principal: a própria família Bolsonaro rejeita essa hipótese por completo. O pai, por vaidade e mesquinharia, não aceita dividir o poder. Os filhos, por sua vez, nunca a enxergaram como parte da família.