Crusoé: O “manifesto ao Brasil” do pré-candidato Eduardo Leite
Governador do Rio Grande do Sul disputa pré-candidatura pelo PSD com os governadores de Goiás e Paraná
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), publicou nesta sexta-feira, 6, nas redes sociais um “manifesto ao Brasil”, apresentando-se como “pré-candidato do PSD à Presidência do Brasil”.
Filiado ao partido de Gilberto Kassab em 2025, Leite disputa a chance de concorrer à Presidência pela legenda com outros dois governadores: o de Goiás, Ronaldo Caiado, e o do Paraná, Ratinho Jr.
No manifesto, o governador gaúcho diz que o Brasil permanece “dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas” e que “no lugar de debater nossos desafios, ficamos discutindo desafetos”.
“Falta uma agenda clara de país. O Brasil não tem um problema de potencial. O Brasil tem um problema de direção”, acrescentou.
Para Eduardo Leite, o Brasil precisa restaurar sua capacidade de decidir.
“O reequilíbrio institucional e a igualdade de oportunidades também são fundamentais para que possamos enfrentar os privilégios do setor público e as diversas anomalias de funcionamento do Estado brasileiro. Lava Jato, Banco Master, farra de emendas, penduricalhos corporativos, benefícios fiscais descontrolados são manifestações de uma sociedade onde poucos grupos de interesses se apoderaram do Estado em benefício próprio. Somente instituições sólidas, equilibradas e independentes podem enfrentar isso.
Nossa fragmentação política, a instabilidade normativa e o excesso de judicialização corroem a confiança. Sem previsibilidade, não há investimento. Sem coordenação entre os Poderes, não há reforma estrutural.”
Pacto pela governabilidade democrática
Eduardo Leite propõe “um novo pacto pela governabilidade democrática”.
“Reformas política e administrativa que reduzam dispersão, ampliem eficiência e fortaleçam a cultura de resultados. Combate permanente e institucional à corrupção e ao crime organizado, sem espetacularização, mas com inteligência, integração e firmeza.
Precisamos reequilibrar as funções dos 3 poderes. Com diálogo, transparência e visão de país. Não faz sentido esperarmos resultados diferentes se…
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