Como solicitar a nova Carteira de Identidade Nacional online em 2026
O que muda, quem precisa agir com urgência e como funciona o processo em 2026.
A Carteira de Identidade Nacional já passou de 50 milhões de emissões no Brasil, mas quem ainda não trocou o RG precisa ficar atento: a partir de janeiro de 2028, apenas a biometria da CIN será aceita para manter o acesso a benefícios sociais como Bolsa Família e BPC.
O que é a CIN e por que ela está substituindo o RG?
A CIN traz mudanças importantes em relação ao antigo RG, tanto na estrutura quanto na forma de usar o documento. O CPF passa a ser o número de identificação válido em todo o Brasil, eliminando duplicidades. A versão digital pode ser acessada pelo aplicativo Gov.br, com a mesma validade jurídica do documento físico, e o QR Code de segurança permite verificar a autenticidade em qualquer lugar.

O problema que a CIN resolve é concreto. Um brasileiro podia ter até 27 números diferentes de RG, já que os registros eram gerados por cada estado, o que facilitava fraude de identidade. A nova carteira integra os dados de forma segura e estabelece um fluxo nacional em tempo real para todos os órgãos de identificação. Com a CIN, esse cenário deixa de existir.
Quais documentos são necessários para emitir a CIN?
A emissão exige poucos documentos, mas todos precisam estar em bom estado. O cidadão deve agendar o atendimento online ou comparecer diretamente no instituto de identificação do estado onde reside e apresentar os documentos obrigatórios. Certidões antigas escritas à mão podem ser recusadas se os dados não estiverem legíveis.
Os documentos variam conforme o que você quer incluir na CIN. O básico obrigatório é:
- Certidão de nascimento ou casamento — original ou cópia autenticada, em bom estado de conservação.
- CPF regularizado — obrigatório para a emissão; deve estar ativo na Receita Federal.
- Comprovante de residência recente — exigido pela maioria dos órgãos emissores estaduais.
- Documentos opcionais — CNH, título de eleitor, carteira de trabalho, cartão SUS e PIS/PASEP podem ser incluídos com a apresentação dos originais.
- Documentação específica para PcD ou doador de órgãos — exige laudo médico ou formulário assinado entregue no dia do atendimento.
Como é o processo de emissão e quanto tempo leva?
O processo começa pelo agendamento online no site do Instituto de Identificação do estado ou do Distrito Federal. O portal do governo reúne links para todos os estados. Depois, é preciso comparecer à unidade agendada para a coleta biométrica, que inclui impressão digital das duas mãos e fotografia facial. O agendamento não precisa ser feito no estado de nascimento: a emissão tem abrangência nacional.
O comparativo entre as versões ajuda a entender o que cada uma oferece:
| Versão | Como acessar | Custo |
|---|---|---|
| CIN em papel | Retirada presencial após agendamento | Gratuita na primeira via |
| CIN em policarbonato | Atendimento presencial; 5 a 20 dias úteis | Pode ter custo definido pelo estado |
| CIN digital | Aplicativo Gov.br após emissão física | Gratuita |
O RG antigo ainda vale em 2026?
O RG tradicional permanece válido até 28 de fevereiro de 2032. Recomenda-se a substituição progressiva para evitar transtornos, já que a CIN unifica o modelo nacional de identificação. A primeira via em papel é gratuita para todos os cidadãos. Quem já tem biometria cadastrada no TSE, na CNH ou no passaporte tem prazo um pouco mais flexível, mas a transição continua recomendável o quanto antes.
O prazo que poucos conhecem é o de janeiro de 2028: a partir dessa data, apenas a biometria da CIN será aceita para manter acesso a benefícios sociais. Quem recebe Bolsa Família, BPC ou aposentadoria e ainda não emitiu o documento precisa priorizar o agendamento. As informações oficiais e o link de agendamento para cada estado estão disponíveis na página da Carteira de Identidade Nacional no portal Gov.br.
Leia também: Motoristas que usam o pisca-alerta para agradecer no trânsito precisam conhecer o art. 251 do CTB
Como acessar a CIN digital pelo celular após a emissão?
A versão digital não aparece automaticamente. Depois de agendar e comparecer presencialmente para a coleta de dados, a CIN Digital fica disponível no app Gov.br. Para acessar, basta logar no aplicativo com CPF e senha, clicar em “Carteira de documentos” e localizar a CIN Digital para visualizar na tela do celular. A conta Gov.br precisa estar no nível Prata ou Ouro para liberar o documento digital.
O detalhe que trava muita gente é simples: tentar acessar a versão digital antes de concluir a emissão física. A Carteira de Identidade Nacional, também conhecida como novo RG, pode ser acessada em smartphones diretamente pelo aplicativo Gov.br, mas o documento digital só aparece após a conclusão da emissão presencial e da validação cadastral no sistema. Seguindo essa ordem, o processo inteiro costuma ser rápido e sem complicações. Este conteúdo é informativo; para casos específicos como nome social, naturalização ou retificação de dados, consulte diretamente o ór
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)