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Comandante de operações terrestres do Exército deu aval a golpe, diz PF

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Wilson Lima
2 minutos de leitura 08.02.2024 10:42 comentários
Brasil

Comandante de operações terrestres do Exército deu aval a golpe, diz PF

A conclusão da PF toma como base mensagens apreendidas no celular do tenente-coronel Mauro Cid

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Wilson Lima
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Comandante de operações terrestres do Exército deu aval a golpe, diz PF
Exército/Divulgação

Diálogos obtidos pela Polícia Federal apontam que o então comandante de Operações Terrestres (COTER) do Exército em 2022 general Theophilo Gaspar de Oliviera teria consentido com um golpe de estado e até mesmo com a prisão do ministro do STF Alexandre de Moraes.

A conclusão da PF toma como base mensagens apreendidas no celular do tenente-coronel Mauro Cid. Apesar do plano, a PF reforça que a adesão ao golpe de estado dependeria de decisão do ex-presidente da República Jair Bolsonaro.

“Os elementos probatórios reunidos ao longo da investigação evidenciaram que os investigados se utilizaram diretamente dos cargos públicos que exerciam tanto em ações relacionadas a tentativa de execução do Golpe de Estado, quanto para eximir possível responsabilidade criminal pelos atos até então já realizados. É o caso do General Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira, atual comandante do Comando de Operações Terrestres (COTER) do Exército”, afirma a PF.

“No dia 09.12.2022, Estevam Theophilo se reuniu com o então presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Alvorada e, de acordo com os diálogos encontrados no celular de Mauro Cid, teria consentido com a adesão ao Golpe de Estado desde o que presidente assinasse a medida”, acrescenta a autoridade policial.

“Nesse sentido, além de ser o responsável operacional pelo emprego da tropa caso a medida de intervenção se concretizasse, os elementos indiciários já reunidos apontam que caberiam às Forças Especiais do Exército (os chamados Kids Pretos) a missão de efetuar a prisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes assim que o decreto presidencial fosse assinado”, conclui a PF.

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Wilson Lima

Wilson Lima é jornalista formado pela Universidade Federal do Maranhão. Trabalhou em veículos como Agência Estado, Portal iG, Congresso em Foco, Gazeta do Povo e IstoÉ. Acompanha o poder em Brasília desde 2012, tendo participado das coberturas do julgamento do mensalão, da operação Lava Jato e do impeachment de Dilma Rousseff. Em 2019, revelou a compra de lagostas por ministros do STF.

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