Carlos Bolsonaro rebate críticas após vitória em Santa Catarina
A manifestação ocorreu após a repercussão de uma declaração de Rui Costa (PT), que afirmou estar perplexo com a eleição de Carlos
O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) afirmou que sua vitória em Santa Catarina representou uma reação às tentativas de enfraquecer o bolsonarismo. Em publicação no X nesta quinta-feira, 15, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu votos para Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro.
A manifestação ocorreu após a repercussão de uma declaração de Rui Costa (PT), que afirmou estar perplexo com a eleição de Carlos por Santa Catarina. O petista criticou a escolha dos eleitores do estado pelo filho do ex-presidente, que construiu sua trajetória política no Rio de Janeiro.
Carlos afirmou que uma eventual derrota teria facilitado a narrativa de que o movimento político associado ao pai havia chegado ao fim.
“Com minha derrota seria muito fácil dizer que o Bolsonarismo morreu e as opções posteriormente seriam outras, com os presos políticos abandonados e um cenário confortável para toda a organização”, escreveu.
O senador eleito também disse que, em determinado momento, teve a certeza de que havia entrado em um ambiente hostil, mas afirmou que segue na defesa do legado do ex-presidente.
“Minha vitória não significou algo apenas para a manutenção da existência do legado do principal líder do país, mas um banho de água fria no jogo de cartas marcadas”, declarou.
Na publicação, Carlos atribuiu aos filhos de Jair Bolsonaro a atuação em defesa desse legado e afirmou que o grupo pretende ampliar sua força política.
“Sobrevivemos e sobreviveremos com mais força ainda elegendo o outro alvo, @FlavioBolsonaro”, escreveu.
Ao final da mensagem, o senador eleito pediu que os eleitores votem no número 22, do PL, no segundo turno. Flávio Bolsonaro disputa a Presidência com o presidente Lula (PT).
“Cravar 22 nas urnas é o primeiro passo para o bem do país, posteriormente outras guerras virão e estou pronto para todas elas”, afirmou Carlos, que justificou o pedido de apoio como uma defesa do Brasil, da verdade e do amadurecimento do processo político.
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