Caiado alfineta Flávio sobre possível perda de apoio: “O barco está afundando”
Ex-governador comentou possível debandada do União Brasil e PP da pré-campanha do senador
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (foto), reagiu nesta sexta-feira, 10, à possível decisão da federação União Brasil e Progressistas de não apoiar a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.
“O barco está afundando e os aliados já começaram a pular fora!”, escreveu Caiado no X.
Caso a federação decida não formalizar uma aliança nacional, a tendência é que os diretórios estaduais das duas legendas tenham liberdade para apoiar o candidato que considerarem mais conveniente em cada estado.
Segundo o g1, o Progressistas já demonstrou insatisfação com a postura de Flávio Bolsonaro após a operação da Polícia Federal que teve como alvo o presidente nacional da sigla, senador Ciro Nogueira (PI).
Integrantes do partido esperavam uma manifestação pública de apoio por parte do senador, o que não ocorreu.
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Críticas a Flávio
Nesta semana, Caiado intensificou as críticas a Flávio e ao presidente Lula (PT).
O pré-candidato à Presidência da República pelo PSD publicou um vídeo em que diz que o petista e o filho 01 de Jair Bolsonaro são “farinha do mesmo saco” (foto) ao lidar com a perspectiva de imposição um novo tarifaço do governo Donald Trump aos produtos brasileiros.
“Quando o assunto é tarifaço, Lula não faz nada porque quer se beneficiar com a briga e Flávio Bolsonaro só pensa na própria eleição. Os interesses do Brasil não podem ficar em segundo plano!”, diz Caiado na postagem que acompanha o vídeo, no qual elabora mais as críticas.
“No final das contas, o Lula não toma nenhuma medida para poder defender o Brasil e derrubar essa tarifação que os americanos querem nos impor. Ele quer a briga com os Estados Unidos, para se beneficiar alegando soberania do país e, no entanto, entregando a soberania para o narcotráfico e para a corrupção”, critica o ex-governador no vídeo, acrescentando:
“O outro candidato, Flávio Bolsonaro, vai para os Estados Unidos numa tese absurda, que é dizer ‘olha, a penalização deverá apenas ser discutida após a eleição’. Quer dizer que os dois são farinha do mesmo saco. O interesse do Brasil é secundário. É ‘não’ a qualquer tipo de tarifa.”
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