Sem provas, Bolsonaro diz que hacker que invadiu TSE foi bancado com dinheiro das Farc
O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer nesta quarta-feira (11) que as eleições de 2018 foram fraudadas, descumprindo a promessa que fez ao presidente da Câmara, Arthur Lira. Ontem, a Casa enterrou a PEC que previa a implementação do voto impresso no Brasil...
O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer, sem provas, nesta quarta-feira (11) que as eleições de 2018 foram fraudadas, descumprindo a promessa que fez ao presidente da Câmara, Arthur Lira. Ontem, a Casa enterrou a PEC que previa a implementação do voto impresso no Brasil.
Em conversa com apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a citar a invasão de um hacker ao sistema do TSE. Segundo o presidente, ele fez com que 12 milhões de votos fossem desviados para beneficiar Fernando Haddad. A narrativa já foi desmentida pelo TSE.
Bolsonaro associou a ação do hacker ao PCC, às Farc, ao PCC e ao Foro de São Paulo.
“A questão que houve em 2018 foi um hacker que denunciou. A ministra Rosa Weber pediu para a PF abrir um inquérito. Esse cara ficou oito meses lá dentro. A história que se aproxima da verdade é que — repito, não tenho provas — teriam que desviar 12 milhões meus. Repito, não tenho provas. Os hackers fizeram seu trabalho. Só que, quando as eleições se acabaram, não foi suficiente para o outro lado ganhar, o lado que recebe dinheiro do narcotráfico, do Foro de São Paulo, de corrupção bilionária, de dinheiro de fora do Brasil. A partir do momento em que não conseguiram fazer com que o cara do Foro de São Paulo, os caras que têm ligações com o PCC, com as Farc, resolveram explodir.”
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