Aliado de Flávio, Pivetta é reeleito em Mato Grosso no 1º turno
Pesquisa Quaest havia apontado 54% dos votos válidos para Pivetta na véspera, contra 28% de Wellington Fagundes e 13% de Natasha
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), foi reeleito neste domingo, 4, para mais quatro anos no comando do estado.
Com 60,76% dos votos válidos (1.118.651) e 99,20% das urnas apuradas, Pivetta superou a marca necessária para encerrar a disputa no primeiro turno, deixando para trás o senador Wellington Fagundes (PL-MT), com 23,22% (427.406), e a empresária Doutora Natasha (PSD), com 15,15% (280.145).
A vitória ocorre em uma eleição marcada por uma situação peculiar no campo da direita. Pivetta declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência, embora enfrentasse no estado o senador Wellington Fagundes, candidato oficial do PL ao governo. O próprio ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro manifestou apoio a Pivetta neste domingo e incluiu o governador em uma “cola eleitoral” ao lado de Flávio.
As pesquisas da reta final já mostravam Pivetta acima do patamar necessário para uma vitória no primeiro turno. A Quaest divulgada no sábado, 3, apontou 54% dos votos válidos para o republicano, contra 28% de Wellington e 13% de Natasha Slhessarenko (PSD). O levantamento ouviu 1.800 eleitores nos dias 2 e 3 de outubro.
A AtlasIntel também registrou Pivetta à frente, com 52,2% sobre o total dos entrevistados, seguida por Natasha, com 23,4%, e Wellington, com 18,9%.
Pivetta chegou ao Palácio Paiaguás definitivamente em março deste ano, depois da renúncia de Mauro Mendes (União), de quem era vice-governador. Antes, foi prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos e deputado estadual.
Eleição presidencial
Na eleição presidencial deste ano, Flávio Bolsonaro vai disputar o segundo turno com o presidente Lula (PT). Flávio foi ao segundo turno como mais votado que o petista, com 47,08% dos votos válidos contra 45,11%, com 99,79% das urnas apuradas.
Em Mato Grosso, o candidato do PL ficou em primeiro lugar, com 65,15% dos votos, e Lula vem na sequência com 29,18%, com 100% das urnas apuradas.
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