Alckmin: “Haddad é um ótimo candidato para tudo”
Vice-presidente desconversou sobre candidatura ao governo de São Paulo e citou nomes que, segundo ele, seriam positivos
O vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), reiterou nesta sexta, 6, que deixará o o comando do Ministério do Desenvolvimento em abril para disputar eleições de outubro deste ano.
Alckmin, contudo, disse a jornalistas os nomes que, segundo ele, aparecem como possíveis candidatos ao governo de São Paulo.
“São Paulo já temos o Fernando Haddad, que é um ótimo candidato. Eu brinco que é ótimo candidato para tudo. O Márcio França, que foi governador. A Simone Tebet, que pode ir para São Paulo. Então, você tem aí um conjunto de alternativas”, afirmou.
A data limite para desincompatibilização é 2 de abril.
“Eu vou deixar o Ministério da Indústria e Comércio no prazo que a lei estabelece, que provavelmente será no dia 2 de abril, a desincompatibilização. Na vice-presidência não há necessidade”, disse.
Questionado sobre integrar uma eventual chapa com o presidente Lula, Alckmin afirmou que definirá “mais à frente”.
“Quero dizer que estou muito honrado e muito feliz de participar com o presidente Lula ajudando o Brasil”.
Governo de São Paulo
Em fevereiro, Alckmin afirmou que não pretende disputar o governo de São Paulo nas eleições deste ano, apesar de ser citado por aliados como possível candidato ao Palácio dos Bandeirantes.
Em entrevista à Jovem Pan News, Alckmin disse que o estado terá “um bom candidato no momento adequado” e negou que esse nome seja o dele.
“Não sou eu”, afirmou ao ser questionado diretamente sobre a hipótese.
O vice-presidente citou como possíveis candidatos ao governo paulista os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Márcio França (Empreendedorismo) e Simone Tebet (Planejamento). Disse ainda haver outros nomes em discussão que ainda não aparecem no debate público.
Alckmin governou São Paulo em quatro mandatos, entre 2001 e 2006 e de 2011 a 2018.
Sobre seu próprio futuro eleitoral, o vice disse que ainda não tomou decisão.
Questionado se estará novamente na chapa de Lula (PT) em 2026, respondeu:
“Essa é uma decisão que não é agora, ela é mais à frente um pouquinho”. Ele também afirmou estar “muito feliz” no governo e elogiou a parceria com Lula.
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