Agente morto em megaoperação estava há dois meses na Polícia Civil
Ricardo Cabral, de 34 anos, foi um dos quatro policiais mortos durante megaoperação contra o CV no Rio
O policial civil Rodrigo Velloso Cabral (foto), de 34 anos, um dos quatro agentes mortos na megaoperação deflagrada nesta terça, 28, nos complexos da Penha a Alemão, na Zona Norte do Rio, estava há apenas dois meses na corporação.
Cabral, que integrava a 39ª DP (Pavuna), foi alvejado com um tiro na nuca durante um confronto com criminosos.
Nas redes sociais, o policial costumava compartilhar fotos de sua vida fora do trabalho, principalmente ao lado da esposa e da filha.
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Quatro mortos
Além de Cabral, outros três agentes perderam a vida e ao menos seis ficaram feridos.
- Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, recém-promovido a chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita);
- Cleiton Searafim Gonçalves, policial do Bope;
- Herbert, policial do Bope.
Os outros 56 mortos confirmados, até o momento, são traficantes que trocaram tiros com policiais.
Operação Contenção
A ação, deflagrada nos nos complexos da Penha e do Alemão, ainda está em andamento.
Segundo o Palácio Guanabara, a megaoperação é a mais letal da história das forças de segurança do estado.
O último balanço aponta 64 mortos, entre eles quatro policiais.
A ação faz parte da Operação Contenção, iniciativa permanente do governo fluminense para conter o avanço do CV.
Cerca de 2,5 mil agentes foram mobilizados para cumprir 100 mandados de busca e apreensão.
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Comentários (1)
Fabio B
28.10.2025 21:20Todos esses agentes da lei que caíram em combate precisam ser homenageados, porque são heróis.