A nova identidade está aqui: aprenda a emiti-la pelo celular em até 5 minutos e dê adeus ao RG antigo
Entenda como pedir a Carteira de Identidade Nacional, ativar a CIN digital no Gov.br e usar o documento com QR Code mesmo offline no dia a dia
A Carteira de Identidade Nacional (CIN) está substituindo gradualmente o antigo RG em todo o Brasil. O novo modelo unifica a identificação pelo CPF como número único, com versão física e digital disponível no aplicativo Gov.br, ambas com a mesma validade jurídica.
O que muda com a Carteira de Identidade Nacional em relação ao RG?
A CIN padroniza o documento de identidade em todo o país, usando apenas o CPF como identificador, o que ajuda a evitar múltiplos registros para a mesma pessoa e facilita o cruzamento de dados entre órgãos públicos. O antigo RG continua válido até 2032, mas a CIN já é o modelo oficial.
O novo documento tem layout único nacional, inclui zona de leitura automática (MRZ), QR Code dinâmico para verificação de autenticidade e recursos de segurança que dificultam fraudes, inclusive em operações bancárias e serviços online.
Quais documentos são exigidos para emitir a Carteira de Identidade Nacional?
Para emitir a CIN pela primeira vez, é preciso apresentar documentos básicos que comprovem identidade, estado civil e residência. Alguns dados adicionais podem ser incluídos no documento para torná-lo mais completo no dia a dia.
Entre os principais documentos solicitados para a emissão da Carteira de Identidade Nacional estão:
CPF em situação regular
O CPF precisa estar regular na Receita Federal para evitar bloqueios, inconsistências cadastrais ou impedimentos na emissão do documento.
Certidão de nascimento para solteiros
A certidão de nascimento atualiza os dados básicos da pessoa solteira e serve como referência oficial para conferência do cadastro.
Certidão de casamento com averbações
Quem mudou de estado civil deve apresentar a certidão de casamento com as averbações necessárias para comprovar a situação atual.
Comprovante de residência recente
O comprovante ajuda a confirmar o endereço atual do cidadão e deve estar dentro do prazo aceito pelo órgão responsável pelo atendimento.
Comprovantes adicionais
Informações como tipo sanguíneo, CNH, título de eleitor e certificado de reservista podem ser incluídas quando houver comprovação válida.
Como funciona o passo a passo para solicitar a primeira via da CIN?
O processo de emissão combina etapas online e atendimento presencial nos institutos de identificação, Poupatempo e órgãos equivalentes. Em geral, o cidadão inicia o pedido pela internet e conclui a coleta de dados biometricamente no posto.
É comum que o fluxo inclua pré-cadastro no Gov.br, conferência de dados vinculados ao CPF, agendamento de atendimento e comparecimento com documentos originais para foto, assinatura e biometria. Alguns estados permitem acompanhar o andamento da solicitação pelo próprio aplicativo.
Como ativar e usar a versão digital da Carteira de Identidade Nacional?
Após a produção da CIN física, a versão digital costuma ser liberada no aplicativo Gov.br, muitas vezes antes da entrega do cartão impresso. Para isso, a conta deve estar validada nos níveis Prata ou Ouro, o que pode envolver biometria facial ou integração com bancos credenciados.
No app, o cidadão acessa a “Carteira de documentos”, adiciona a CIN, autoriza a validação e, em poucos instantes, o documento aparece com foto, dados e QR Code, podendo ser exibido mesmo offline e aceito em bancos, serviços de saúde, instituições de ensino e outros atendimentos.

É obrigatório portar a versão física da Carteira de Identidade Nacional?
A CIN digital tem a mesma validade jurídica que a versão impressa e, na prática, já é aceita em grande parte das situações cotidianas no território nacional. Ainda assim, alguns contextos específicos, como viagens internacionais e exigências de cópias físicas, podem demandar o cartão impresso.
Por isso, muitas pessoas preferem manter a CIN física guardada em local seguro e usar a versão digital como principal forma de identificação, acompanhando a expansão da digitalização dos serviços públicos e privados até 2026.
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