A nova fake news de Janja contra Flávio
Em vídeo, a esposa de Lula afirmou que o candidato do PL vai acabar com o programa Farmácia Popular
Após a fake news sobre Nossa Senhora Aparecida, a primeira-dama Janja (foto) tenta emplacar nas redes sociais uma nova notícia falsa sobre Flávio Bolsonaro (PL).
Além de dizer que o senador vai “enterrar” a PEC que acaba com a escala de trabalho 6 por 1 e “destruir” os direitos das mulheres, a esposa de Lula afirmou que o candidato do PL vai acabar com o programa Farmácia Popular.
“Não podemos deixar os brasileiros e brasileiras perderem seus direitos básicos. Os direitos das mulheres, que demoramos tanto tempo para conquistar, Flávio Bolsonaro vai destruir. Sabe o fim da escala 6 por1? Ele vai enterrar, acabar. Nós queremos que você descanse, que tenha tempo com a sua família. Ele quer que você trabalhe sete dias por semana. E o Farmácia Popular? Flávio Bolsonaro vai acabar. E o crime organizado, com Flávio Bolsonaro na presidência, ele vai dominar o Brasil, e as armas voltarão para dentro das suas casas. E se acontecer uma nova pandemia, teremos novamente covas abertas. E é isso que queremos pro futuro do nosso país? Jamais”, disse Janja no Instagram.
“Não podemos voltar às trevas que a família Bolsonaro deixou o Brasil há 4 anos atrás. Não vamos deixar nosso país nas mãos de quem vai entregar nossas maiores riquezas aos Estados Unidos. Nós vamos ganhar”, continuou.
PL desmente fake news de Janja
O PL já desmentiu a notícia que Flávio planeje acabar com o programa Farmácia Popular.
“Com Flávio Bolsonaro os remédios gratuitos vão continuar sendo distribuídos pelo programa Farmácia Popular.
A esquerda mente e manipula! Não caia em FAKE NEWS!”, publicou o partido de Flávio no X.
A cartilha do PT
O PT divulgou na segunda, 5, três orientações do presidente Lula (PT) para tentar reverter a desvantagem contra Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições.
Entre os recados estão a orientação para tratar com humildade os 33 milhões de eleitores que se abstiveram no primeiro turno, apresentar o PT como uma candidatura “antissistema” e defender a aprovação da PEC da Reforma da Segurança Pública.
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