Governo Lula é muito mais arriscado que bet
Apostas esportivas se tornaram a faceta mais visível do problema do endividamento e devem servir como instrução contra governos gastadores
As apostas esportivas se tornaram foco de preocupação popular e política, especialmente durante a Copa do Mundo, por causa dos anúncios feitos durante as transmissões dos jogos.
O assunto merece atenção, naturalmente, mas, apesar do estrago que causam na vida de jogadores viciados ou na dos apostadores que encaram as bets como um investimento, as apostas ainda respondem por apenas 0,5% do consumo das famílias brasileiras, segundo a LCA Investimentos.
As apostas agravam a situação, mas 81,6% das famílias brasileiras estão endividadas no cartão de crédito, e 29,9% estão inadimplentes, sem conseguir pagá-las, de acordo com os dados mais recentes.
Educativo
As bets se tornaram a faceta mais visível do problema do endividamento e devem servir como meio de instrução e como alerta contra governos gastadores, como o de Lula. O petista entregará o país — talvez a ele mesmo — em 2027 com cerca de 12 pontos a mais na dívida pública, em preocupantes 83% do PIB.
Lula tem criticado as apostas esportivas ultimamente, dizendo até que aprendeu na Igreja que apostar é errado, mas as regulamentou de olho nos impostos, que renderam 10 bilhões de reais para sustentar a gastança do governo no ano passado.
O pior, contudo, é a irresponsabilidade de sua gestão, que incentiva o consumo pela contração de dívidas, por meio do oferecimento de crédito, e empurra os juros para patamares recordes, porque não tem qualquer disciplina fiscal, por pensar muito mais em si mesmo do que no país.
Os juros estratosféricos dificultam o pagamento das dívidas que o governo incentivou os brasileiros a contraírem — e também aumentam a dívida pública de um governo viciado em gasto.
Odd impossível
Esse mesmo governo gastador ainda tem a cara de pau de oferecer aos brasileiros endividados um programa para tentar facilitar o pagamentos dessas dívidas. O Desenrola já ganhou uma segunda edição em ano eleitoral, para resolver os problemas do governo, e não dos brasileiros.
E, agora, o governo se apresenta para ajudar também os adimplentes, que estão pagando tudo certinho, sempre de olho nas urnas deste ano.
Enquanto promete ajudar os endividados, o governo torra 200 bilhões de reais na tentativa de reeleger um presidente impopular, que atua desde o início do ano passado de olho nos índices de popularidade, apenas para tentar chegar politicamente vivo à eleição deste ano.
Isso é mais arriscado para o país do que qualquer odd impossível sugerida pela CazéTV.
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