Crusoé: O plano de Eduardo e Mario Frias para lucrar com ‘Dark Horse’
Venda de cotas para 40 possíveis investidores prometia “oportunidade de imigração” para os Estados Unidos
O site Intercept Brasil revelou nesta sexta, 15, documentos sobre o filme Dark Horse que envolvem o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que aparece como produtor-executivo e financiador da obra.
Na época em que as mensagens foram trocadas, o nome do filme ainda era Capitão do Povo.
Um dos planos para arrecadar fundos era oferecer 40 cotas para investidores, com valores mínimos de 500 mil dólares.
A cota mais barata dava direito a “retorno financeiro preferencial”, “20% de retorno de investimentos” e “investimento diversificado”.
Aquele que topasse pagar 1,016 milhão de dólares teria direito a todas as benesses anteriores, além de “influência consultiva”.
Nos detalhes adicionais, lê-se: “assento no conselho do filme Capitão do Povo, influência consultiva nas decisões de negócio, acesso ao networking global, divisão de lucros”.
A cota mais cara era de 1,11 milhão de dólares, com direito a “oportunidade de imigração” e “proteção de investimento por meio de companhia legal de imigração”.
“Acesso ao programa americano de imigração, prioridade nos dividendos, sem necessidade de gestão ativa”, diz a proposta.
Enfim, quem comprasse a cota mais cara poderia ter ajuda legal para imigrar para os Estados Unidos…
Siga a leitura em Crusoé. Assine e apoie o jornalismo independente.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)