Crusoé: O papel histórico de Trump no Oriente Médio

01.04.2026

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O Antagonista

Crusoé: O papel histórico de Trump no Oriente Médio

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Duda Teixeira
2 minutos de leitura 13.10.2025 14:01 comentários
Análise

Crusoé: O papel histórico de Trump no Oriente Médio

Presidente americano reverteu o equilíbrio criado após a invasão do Iraque, por George W. Bush, em 2003, que beneficiou o Irã

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Duda Teixeira
2 minutos de leitura 13.10.2025 14:01 comentários 1
Crusoé: O papel histórico de Trump no Oriente Médio
Trump e Netanyahu. Divugação do gabinete do primeiro-ministro de Israel

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (na imagem de IA, com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu), mudou o equilíbrio de forças no Oriente Médio.

Esse processo começou ainda em seu primeiro mandato, entre 2017 e 2020, e continua agora, em seu segundo mandato.

A façanha de Trump foi reverter o cenário criado após a invasão do Iraque, em 2003, que permitiu a ascensão do Irã xiita.

Invasão do Iraque

O presidente americano George W. Bush, republicano como Trump, ordenou a invasão do Iraque em 2003.

O objetivo era impedir que o ditador Saddam Hussein, muçulmano sunita, desenvolvesse armas de destruição em massa.

A guerra se inseriu no contexto da luta global contra o terrorismo.

Os Estados Unidos tinham sofrido seu maior ataque terrorista, no 11 de setembro de 2001, e a população estava disposta a apoiar novos conflitos contra grupos terroristas e seus apoiadores.

A deposição de Saddam Hussein mudou o Oriente Médio, pois o ditador sunita submetia com mão forte a população xiita, mais numerosa.

Sem Saddam, o Irã aumentou sua presença no Iraque, treinando e financiando milícias armadas.

Com a renda obtida pela exportação de petróleo, o Irã escalou seu apoio aos terroristas do Hezbollah no Líbano, ao Hamas na Faixa de Gaza, aos Houthis no Iêmen e à ditadura de Bashar Assad na Síria.

Trump

A história muda quando Trump aparece como o principal obstáculo ao plano Irã de ser hegemônico no Oriente Médio.

Em 2018, Trump rasgou o acordo entre o Irã e as grandes potências, feito com a conivência do democrata Barack Obama, alegando que o país persa financiava o terrorismo e buscava obter bombas nucleares.

Em 2020, Trump costurou os Acordos de Abraão, entre Israel e os países árabes. Seus governantes entenderam que era melhor se unir, pois havia um inimigo em comum, o Irã.

O presidente americano ainda apoiou as ações de Israel que enfraqueceram o Hamas, o Hebollah e os Houthis.

Também enviou caças e bombardeiros para o ataque às instalações nucleares do Irã, em junho deste ano.

Se o Irã se sentiu fortalecido…

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Duda Teixeira

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Comentários (1)

Joaquim Arino Durán

13.10.2025 14:23

O pior inimigo dos árabes, são eles próprios.


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