Até onde vão os contratos dos pilotos da Fórmula 1?
A Fórmula 1 pode ter mudanças interessantes já para a próxima temporada, de olho nas grandes mudanças de carros e de motores
O mercado de pilotos da Fórmula 1 para a temporada de 2025 foi um dos mais agitados da história recente, impulsionado por movimentos como a transferência de Lewis Hamilton para a Ferrari, Sainz para a Williams a chegada de vários novatos e a ida Sergio Perez e Valtteri Bottas para a aposentadoria provisória.
O cenário contratual dos pilotos para 2025 revela um grid com vencimentos e condições variadas de contratos, alguns vencendo no final do ano, o que promete uma nova silly season, como é chamada essa temporada de boatos e rumores.
Muitos desses contratos tem datas de vencimentos conhecidos por pouca gente, outros são conhecidos e discutidos abertamente, então reuni aqui o que se sabe sobre eles, com base em vários relatos de diferentes portais que costuma saber do que estão falando.
Na Red Bull, Max Verstappen estaria garantido até 2028, mas seu companheiro, Yuki Tsunoda, promovido após apenas duas corridas em 2025, tem contrato de um ano, enfrentando pressão para justificar a vaga.
Além disso, haveria brechas no contrato do tetracampeão que o permitiria pular fora caso a equipe não alcançasse determinados resultados até determinada data temporada 2025 de Fórmula 1, algo que Toto Wolff, da Mercedes, sabe e tem explorado.
Na Ferrari, Hamilton assinou até 2026, enquanto Charles Leclerc tem um acordo de longo prazo, possivelmente até 2029.
A McLaren mantém o inglês Lando Norris e o australiano Oscar Piastri, ambos com contratos até pelo menos 2026, com Norris potencialmente vinculado até 2027.
Aston Martin assegurou Fernando Alonso e Lance Stroll até 2026, sendo o contrato de Stroll descrito como “2025 e além”, já que seu pai, Lawrence Stroll é o dono da equipe, o que o colocaria na confortável posição de correr por lá até quando quisesse – ou até seus resultados decepcionantes criarem uma situação muito tensa com os patrocinadores descontentes.
Na Mercedes, seus pilotos George Russell e o estreante Andrea Kimi Antonelli têm contratos até o final de 2025, com a equipe planejando avaliar Antonelli antes de uma possível extensão. Russell pressiona por ficar, mas se Verstappen chegar, pode ser obrigado a procurar novos ares.
A Williams tem Alex Albon até 2026 e Carlos Sainz com um contrato que pode se estender até 2028, mas com especuladas brechas para sair. Na Sauber, que será Audi em 2026, Nico Hülkenberg e Gabriel Bortoleto estão confirmados para seguir na Fórmula 1 até 2026, quem sabe 2027.
A Haas, com Esteban Ocon e Oliver Bearman, também teriam contratos até 2026. Por fim, na Racing Bulls, Isack Hadjar, outro novato, tem um contrato de um ano, enquanto Tsunoda, agora na Red Bull, deixa a equipe em alerta para 2026.
5 pilotos — Russell, Antonelli, Hadjar, Tsunoda e Liam Lawson (rebaixado para a Racing Bulls) — têm contratos expirando em 2025, o que, aliado à chegada da Cadillac em 2026, pode gerar nova movimentação.
A Alpine garantiu Pierre Gasly com um contrato além de 2025, mas imagina-se que o dispensado Jack Doohan esteja disponível no mercado do próximo ano. Franco Colapinto, seu substituto, também balança sob a pressão de Flávio Briatore, que teria sondado Bottas para assumir seu lugar ainda nesse ano.
A estabilidade de duplas como McLaren e Aston Martin contrasta com a incerteza em equipes como Mercedes e Alpine, onde jovens talentos precisam provar seu valor.
Esse cenário dinâmico mostra como a Fórmula 1 pode ter mudanças interessantes já para a próxima temporada, com equipes balanceando pilotos com experiência e juventude para as grandes mudanças de carros e de motores de 2026
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