Nova ponte de R$ 36 milhões começou a ser construída ao lado de uma travessia antiga para permitir a passagem de caminhões sem interromper o trânsito de uma importante rodovia amazônica
O DNIT registrou 60% de execução em abril de 2026 na estrutura paralela à passagem em uso, em Candeias do Jamari.
Em Candeias do Jamari, uma nova estrutura começou a ser erguida ao lado da passagem em uso na BR-364. A Ponte do Rio Novo recebeu investimento de aproximadamente R$ 36 milhões. Em abril de 2026, o DNIT registrou 60% de execução no contrato emergencial.
Onde está a nova travessia?
A construção fica no km 669 da BR-364, no município de Candeias do Jamari, em Rondônia. O Rio Novo também é conhecido como Rio Jacutinga. A nova ponte foi implantada paralelamente à estrutura que já conduzia o tráfego.
A BR-364 atravessa municípios de Rondônia e sustenta o deslocamento de veículos leves e de carga. Nesse ponto, o rio interrompe a continuidade da pista. A ponte permite preservar a passagem no corredor, com capacidade definida pelas condições da estrutura em uso.

Por que construir ao lado da ponte antiga?
Uma estrutura paralela permite separar parte do canteiro da faixa por onde os veículos circulam. As equipes conseguem executar serviços na nova travessia enquanto a antiga continua cumprindo sua função, de acordo com as condições de tráfego do trecho.
A estratégia reduz a necessidade de concentrar todo o trabalho sobre a pista existente. Ainda assim, a ligação final depende dos acessos e da organização da circulação. O estágio de cada intervenção determina onde operários e veículos podem trabalhar e passar.
O que o DNIT informou sobre os R$ 36 milhões?
O boletim do DNIT divulgado em 17 de abril de 2026 apontou investimento de aproximadamente R$ 36 milhões em contrato emergencial. O órgão informou que a construção havia chegado a 60% de execução.
O prazo citado era de cerca de 180 dias para concluir os serviços. Os dados registram o que o órgão divulgou em abril. A previsão de prazo e o avanço naquela data precisam ser distinguidos da confirmação de que o tráfego foi liberado.
O boletim de abril separou investimento, avanço e prazo.
O que muda quando o tabuleiro fica pronto?
Em abril, as equipes trabalhavam na fase final das fundações e dos pilares e concluíam as vigas longitudinais. Essas peças ajudam a sustentar o tabuleiro, a parte da ponte sobre a qual será instalada a pista.
A travessia também precisa se conectar às pistas em terra. Acabamentos, acessos e sinalização organizam a transição entre a rodovia e a ponte. Esses componentes ajudam a explicar por que um avanço estrutural pode anteceder a entrada em operação.
A passagem depende da conclusão de partes com funções diferentes.
Como a obra pode beneficiar o transporte?
O DNIT aponta como objetivo aumentar a capacidade de tráfego e melhorar a segurança no trecho. Uma nova ponte oferece outra estrutura para receber a circulação. Os efeitos dependerão das condições de operação e da conexão com as vias de chegada.
Para o transporte de cargas, o interesse está na continuidade do corredor e nas condições aplicáveis aos veículos pesados. Uma travessia estreita ou sob restrição influencia o trajeto mesmo quando o restante da estrada oferece capacidade para o deslocamento.
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O que o balanço permite afirmar sobre a entrega?
O registro de abril documenta a obra em andamento e dimensiona o investimento e o progresso naquela data. A entrega exige um comunicado próprio que informe a conclusão e as condições de circulação no novo tabuleiro.
A construção ao lado da passagem antiga explica a estratégia de manter o corredor operável durante os trabalhos. Para os usuários, a mudança será identificada pela liberação efetiva da nova travessia e pela forma como ela receberá o tráfego.
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