Crusoé: Lula prova que ninguém precisa de IA para espalhar fake news
Todo o tempo gasto com discussões sobre uso de IA nas eleições não teve valor algum. A principal ameaça ao processo eleitoral é a "inteligência natural" do presidente
Quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabeleceu as regras para esta eleição, em março deste ano, o principal temor era de que a desinformação seria propagada pela inteligência artificial (IA).
A preocupação era tão grande que a Corte eleitoral proibiu que qualquer candidato ou pessoa pública divulgasse conteúdo feito com IA nas 72 horas antes do pleito e nas 24 horas seguintes.
“Ficam vedadas a publicação e a republicação, ainda que gratuitas, bem como o impulsionamento pago de novos conteúdos sintéticos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou por tecnologias equivalentes que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidata ou candidato ou de pessoa pública, mesmo que rotulados e em conformidade com as demais exigências deste artigo, no período compreendido entre as 72 (setenta e duas) horas que antecedem e as 24 (vinte e quatro) horas que sucedem o término do pleito“, diz a resolução do TSE.
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Nos últimos dias, o presidente Lula provou que ninguém precisa de inteligência artificial para contar uma boa mentira com fins eleitorais.
Para isso, é preciso ter jornalistas chapa-branca dispostos a difundir as narrativas mais sujas, dizendo que Flávio Bolsonaro tinha a intenção de retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida.
Ajuda também ter ministros no Supremo Tribunal Federal (STF) prontos para fazer o diabo com o objetivo de manter as mentiras circulando nas redes sociais.
Lula contou ainda com o servilismo de seus aliados, como Geraldo Alckmin, Fernando Haddad e Simone Tebet, que prontamente repetiram suas falácias e correram para participar de celebrações católicas.
Todo tempo…
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