Este youtuber gravou como foi sua experiência em um dos lugares mais remotos e selvagens de toda África
Jornada na selva africana no Congo revela vida selvagem rara
A selva africana no Congo guarda um dos ambientes mais isolados e úmidos da nossa natureza atual. Fazer uma longa viagem pelo famoso parque Odzala-Kokoua é a chance perfeita para dar de cara com grandes elefantes e gorilas raros no meio de uma vegetação intocada pelo ser humano.
Como funciona a rotina de passeios na selva africana no Congo?
O clima quente e muito suado bate logo de cara quando você entra nas terras de Odzala pela primeira vez. A expedição da equipe do canal Andrew Macdonald, registrada no YouTube, mostra que os dias cobram caminhadas longas com mochilas pesadas equilibradas nas costas. Essa jornada entrega momentos de pura emoção porque os animais ainda fogem muito do cheiro do ser humano por lá.
Para o roteiro não travar no meio do caminho, os guardas usam o velho facão pesado para limpar a pista sempre que uma árvore gigante tomba. O pedaço também possui um sistema de rios de água turva que permite andar de barco no silêncio e flagrar uma porção de aves exóticas relaxando na margem direita.
Veja o vídeo abaixo (Recomendamos ativar a tradução automática do YouTube):
Qual é o impacto das grandes clareiras para os bichos locais?
A reserva da República do Congo abriga cerca de 140 clareiras naturais com lama fresca e água cheia de sais minerais. Aquele terreno mais rasteiro funciona como um banquete nutritivo que atrai as manadas famintas o ano inteiro sem cobrar ingresso.
Acompanhe os habitantes mais famosos que costumam dar as caras nesses bolsões abertos na mata.
- Elefante-da-floresta: bicho um pouco menor de estatura com presas retas para não enroscar nos galhos grossos.
- Gorila-da-planície-ocidental: primata pesado de pelos escuros que adora andar em bandos barulhentos batendo no peito.
- Crocodilo-de-focinho-delgado: réptil liso e cascudo que passa o dia pegando mormaço nos troncos caídos nas beiradas do rio.
- Macacos colobus: turminha super curiosa e ligeira que passa as tardes pulando e brincando sem parar nas copas das árvores.
Como um passeio de floresta se compara com a savana aberta?
Aquele safári fotográfico nos campos secos entrega uma pegada bem diferente do perrengue suado no meio do arvoredo molhado. O formato dessas duas viagens muda a escolha da calça e da blusa e a energia que você precisa ter para bater perna.
Analise as diferenças brutas do roteiro na hora de planejar a sua próxima folga com os amigos na natureza.
Por que o trabalho das equipes de proteção faz tanta diferença?
Os fiscais encaram turnos de patrulha na lama que duram semanas a fio sem voltar para casa para frear a caça ilegal na região escura. Esses guerreiros andam armados de facão e muito treino prático para desarmar armadilhas finas e proteger o sossego das fêmeas prenhes. Sem essa barreira forte de apoio da African Parks, o patrimônio biológico desapareceria rápido na maldade de caçadores de fora.
O pessoal da base também repassa para os viajantes os truques antigos e mostra as folhas grossas usadas de remédio natural pelas tribos de antigamente. Você aprende de perto como sugar água potável de um cipó torcido ou raspar látex puro da casca da seringueira no meio da trilha de barro.
Vale a pena encarar o calor para visitar esse santuário verde?
Ficar uns 10 dias isolado do mundo dentro dessa panela de pressão entrega uma sensação de liberdade que o dinheiro não compra fácil. O privilégio de caminhar numa terra onde a bicharada reina absoluta na cadeia alimentar é o prêmio máximo da turma aventureira. A falta total de torres de celular força você a largar a tela brilhante e focar apenas no vento balançando as folhas secas lá em cima.
Basta montar a bolsa de viagem com roupas super leves de manga longa para escapar da picada de mosquitos e evitar cortes de galhos finos no braço. Quando você finalmente cruza o olhar de perto com um bicho daquele tamanho solto na terra de origem, o esforço da caminhada vira a sua melhor lembrança.
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