Crusoé: Presidente do PCO tenta explicar uso do fundo eleitoral
"Você não contrata a empresa do outro partido. Isso aí é absurdo, né?", afirmou Rui Costa Pimenta
O presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta (foto), defendeu-se em uma live das acusações de que teria desviado verbas do fundo partidário e eleitoral para empresas cujos donos seriam membros do próprio partido.
Segundo nota da Polícia Federal, “há indícios de que recursos públicos destinados à atividade político-partidária e eleitoral tenham sido direcionados a empresas e a pessoas físicas sem capacidade operacional compatível com os valores recebidos ou com vínculos diretos ou indiretos com integrantes da estrutura partidária investigada“.
“Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de apropriação indébita eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outras infrações penais identificadas no decorrer das investigações“, diz o órgão.
Defesa
Na terça, 11, Rui Costa Pimenta gravou um vídeo ao vivo para falar sobre o caso.
“Os juízes acharam muito estranho que essas empresas são dirigidas por militantes do PCO. Só que ocorre o seguinte: o juiz pode achar estranho, mas não é ilegal. Ninguém disse, em lugar nenhum do mundo, não está na lei eleitoral, não está no regulamento do TSE, que você é obrigado a contratar empresas de pessoas que não têm vinculação partidária. É uma coisa absurda. Falaram em algum momento desse inquérito. O pessoal falava o seguinte: que o advogado que foi contratado para fazer os processos eleitorais era um advogado do partido. Eu tenho que contratar o advogado de quem? Do Lula?…
Siga a leitura em Crusoé. Assine e apoie o jornalismo independente.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)