Crusoé: O declínio de João Campos, o escolhido de Lula em Pernambuco
Casado com Tabata, fora da prefeitura do Recife e com apoio do presidente, ele desmoronou nas pesquisas
João Campos passou de político prodígio e esperança da esquerda para o segundo lugar nas pesquisas eleitorais.
Em 2024, ele foi reeleito prefeito do Recife no primeiro turno com invejáveis 78% dos votos.
Em fevereiro, ele se casou com a deputada Tabata Amaral, ambos do PSB e com 32 anos. Nessa época, ele aparecia com 53% nas intenções de voto na corrida para o governo de Pernambuco. Raquel Lyra, atual governadora, comia poeira com 31%.
No casamento em uma igrejinha na praia de Carneiros, compareceram o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro do STF Alexandre de Moraes e o advogado-geral da União, Jorge Messias.
Em abril, Campos renunciou ao cargo na prefeitura para concorrer ao governo do estado. Nessa época, sua aprovação era de 75%.
Na esquerda, Campos passou a ser visto como possível substituto do presidente Lula. Seria uma renovação geracional, uma vez que o presidente já completou 80 anos.
No início de junho, Campos assumiu a presidência do Partido Socialista Brasileiro, o PSB.
No mesmo mês, Lula declarou apoio a ele: “O meu partido e eu estamos apoiando o João Campos para candidato a governador do estado de Pernambuco. Esse é um compromisso histórico”.
Tudo parecia conspirar a favor de Campos.
Mas, desde então, casado com Tabata, de fora da prefeitura e com apoio de Lula, João Campos desmoronou nas pesquisas eleitorais…
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