YouTube derruba novo canal de Monark
Platafoma alegou "violações das Diretrizes da Comunidade", embora o conteúdo publicado só mostrasse imagens do estúdio
A defesa de Bruno Monteiro Aiub, o Monark (foto), afirmou nesta sexta-feira, 1º de maio, que o YouTube derrubou o novo canal do apresentador na plataforma, o Bruno Aiub Show, dias após o anúncio.
Recém-lançado, o canal continha apenas imagens do estúdio, que ainda estava sendo preparado para as futuras entrevistas.
Segundo o advogado Hugo Freitas Reis, a platafoma alegou, “de forma genérica, violações das Diretrizes da Comunidade, supostamente detectadas por sistemas automatizados combinados com revisão humana”.
“A defesa informa, ainda, que, até onde seja de seu conhecimento, inexiste ordem de censura vigente que tenha sido emanada contra BRUNO nos inquéritos em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirmou a defesa.
“Até onde se saiba, as ordens de censura anteriormente existentes contra os perfis do apresentador foram revogadas pelo ministro relator em 5 de fevereiro de 2025, às vésperas da visita, ao Brasil, da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão (RELE) da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA)”, acrescentou.
Monark já apresentou recurso interno contra a decisão do YouTube e aguarda a resposta da plataforma.
A volta de Monark
Banido de plataformas e redes sociais por três anos, Monark anunciou no domingo, 26, seu novo canal.
“Fala, galera. Monark aqui. Agora Bruno Aiub, na verdade, que é o meu nome. Inclusive, o nome desse canal vai ser Bruno Aiub Show. Estou mudando o nome do podcast porque acho que estou ficando velho e eu quero que o meu nome real seja o meu nome na internet e acho que o Monark acaba tendo uma conotação de personagem, sabe, então quis mudar”, disse.
MP-SP reabre ofensiva contra Monark
Como mostramos, o Ministério Público de São Paulo mudou o promotor responsável pela ação contra o influenciador Bruno Monteiro Aiub, o Monark, por declarações feitas em 2022, durante episódio do podcast Flow.
A alteração ocorreu após o órgão ter pedido o arquivamento do caso no fim de março. Na ocasião, o promotor de Justiça Marcelo Otavio Camargo Ramos mudou sua avaliação em manifestação protocolada no processo.
Agora, o novo promotor, Ricardo Manuel Castro, passou a defender a continuidade do processo e solicitou a condenação do influenciador ao pagamento de R$ 4 milhões por danos morais coletivos.
Segundo o MP-SP, a substituição foi determinada pelo procurador-geral de Justiça substituto, durante afastamento do titular do cargo.
O órgão afirmou ainda que a vaga na promotoria de Direitos Humanos estava em aberto, o que levou a designações temporárias de diferentes promotores.
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Comentários (1)
Infelizmente nós não teremos os programas do Monark para nos divertirmos e comentar com amigos. Ele é muito inteligente e engraçado. Qual órgão, ou pessoa, se sentiu atingido moralmente pelas conversas dele? Realmente censurá-lo é atitude muito boba!