Relatório oficial da CPMI do INSS tem 218 indiciados
O texto foi concluído por volta das 2h da manhã desta segunda-feira e, ao todo, tem 4,4 mil páginas
O relator a CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (PL-AL), vai propor 218 indiciamentos em seu relatório final. O texto foi concluído por volta das 2h da manhã desta segunda-feira.
Ao todo, o texto tem 4,4 mil páginas.
Esse material será lido nesta sexta-feira, às 9h. A ideia é votar o relatório nesta sexta-feira.
Há a expectativa de que ocorra um pedido de vista, mas o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), pretende fazer um acordo para que pedido de vista dure em torno de uma hora para que o relatório final seja aprovado ainda nesta sexta-feira.
Como mostramos mais cedo em primeira-mão, o relatório alternativo da CPMI do INSS, elaborado pela base do governo Lula, vai apontar a existência de uma “engenharia criminosa complexa” que operou por anos dentro e fora do Estado para fraudar aposentados e pensionistas. O documento recomenda o indiciamento de 170 pessoas por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Entre os pedidos de indiciamentos da base petista está o do ex-ministro Onyx Lorenzoni.
Logo na abertura, o documento sustenta que não se trata de casos isolados. “A CPMI identificou a existência de uma engenharia criminosa complexa”, afirma o texto, ao descrever um sistema baseado na falsificação de autorizações, uso indevido de dados de beneficiários e criação de associações de fachada para viabilizar descontos automáticos em benefícios previdenciários.
Mais informações em instantes
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