Uma lei brasileira reserva espaço oficial para discos voadores pousarem
Município de Mato Grosso criou área pública para receber visitantes extraterrestres
Existe uma lei brasileira que separa um pedaço de terra só para receber discos voadores, um país que quase ninguém visita e um prédio que quase desabou por causa do vento errado. Essas histórias mostram como a realidade às vezes parece roteiro de ficção científica, mas ajuda a entender melhor ciência, história e clima.
Existe realmente uma lei brasileira para receber discos voadores?
Desde 1995, Barra do Garças, em Mato Grosso, tem uma lei municipal que destina 5 hectares como área pública de “utilidade interestelar”, oficialmente pensada como espaço para pouso de discos voadores. A proposta foi apresentada pelo então vereador Valdon Varjão, aprovada por sete votos a três, e buscava registrar em lei décadas de relatos de luzes estranhas na região do Araguaia.
Na área demarcada, foi instalado um obelisco metálico de 15 metros e placas de boas-vindas em português e em esperanto. O espaço acabou virando ponto turístico: ufólogos organizam vigílias noturnas e agências locais incluem o “discoporto” em roteiros que passam também pela Serra do Roncador.

Como um prédio quase virou bomba-relógio em Nova York?
O Citigroup Center, em Manhattan, tem uma base incomum: as quatro colunas de sustentação não ficam nos cantos, e sim recuadas nas fachadas, deixando andares suspensos sobre a calçada. Essa solução foi criada nos anos 1970 para não demolir a igreja St. Peter’s, que ocupava parte do terreno.
Meses após a inauguração, uma estudante de engenharia questionou o projetista William LeMessurier sobre ventos diagonais batendo nas quinas do prédio. Ao refazer os cálculos, ele descobriu que o risco de colapso em um furacão era real. A correção foi feita em silêncio, com operários soldando mais de 200 juntas à noite e um plano de evacuação preparado para até 200 mil pessoas.
Qual é o país menos visitado do mundo?
Além do famoso Vaticano, o planeta abriga outro “nanopaís” que quase ninguém conhece de perto: Tuvalu, com apenas 26 km², cerca de 12 mil habitantes e menos de 3 mil turistas por ano. O acesso difícil, poucos voos, pouca infraestrutura e uso limitado de cartão de crédito ajudam a explicar por que o arquipélago é um dos destinos menos visitados do mundo.
Algumas curiosidades sobre Tuvalu e suas ameaças:
1. Grande parte está a menos de 3 metros acima do nível do mar
2. Projeções climáticas indicam risco de submersão total até o fim do século
3. O governo trabalha em uma versão digital do país no metaverso
4. A ideia é preservar identidade e soberania em formato virtual
Quer entender melhor? Assista ao vídeo abaixo:
O universo tem cheiro segundo os astronautas?
O espaço sideral é vácuo e não permite cheiros no sentido tradicional, mas astronautas relatam um aroma marcante quando voltam de caminhadas espaciais e despressurizam trajes dentro da Estação Espacial Internacional. Segundo esses relatos, o cheiro lembra metal queimado, fumaça de solda ou até ozônio.
Cientistas atribuem esse efeito a moléculas excitadas, como hidrogênio ionizado, oxigênio atômico e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, gerados em explosões de supernovas. Ao colidirem com superfícies frias dos trajes, essas partículas oxidam e liberam compostos voláteis, criando um “rastro químico” das reações violentas do cosmos.
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