Esses são os 5 trens mais rápidos do mundo
Os trens de alta velocidade consolidaram-se como parte essencial da infraestrutura de transporte em vários países
Os trens de alta velocidade consolidaram-se como parte essencial da infraestrutura de transporte em vários países, ligando grandes centros urbanos em poucos minutos, encurtando distâncias e competindo diretamente com o transporte aéreo em rotas de média distância.
Como evoluíram os trens de alta velocidade até 2025
A tecnologia dos trens-bala vem sendo aprimorada continuamente, com avanços em aerodinâmica, segurança e eficiência energética.
Sistemas de alta velocidade se expandem principalmente na Ásia e na Europa, apoiados por políticas públicas e forte investimento em pesquisa.
Enquanto isso, o Brasil ainda não opera trens-bala, mas acompanha o cenário internacional, onde países como China, Japão e França transformam suas ferrovias em laboratórios de inovação.
A disputa inclui trens sobre trilhos de aço e modelos baseados em levitação magnética.

Quais são os trens mais rápidos do mundo
A lista dos trens mais rápidos do mundo em 2025 é dominada pela Ásia, com ampla liderança da China em número de projetos.
O país testa composições que superam 400 km/h em ambiente controlado, embora a velocidade comercial seja reduzida para garantir segurança e durabilidade.
Além da China, Japão e França mantêm serviços consolidados de alta velocidade, enquanto Reino Unido, Espanha, Marrocos, Coreia do Sul e Itália operam rotas rápidas que conectam grandes centros urbanos e regiões estratégicas.
Quais são os principais trens de alta velocidade em operação
Alguns modelos se destacam pela combinação de alto desempenho e uso prático no dia a dia, aparecendo com frequência em rankings internacionais de velocidade.
Esses trens operam em malhas dedicadas, com sinalização avançada e rigoroso controle de manutenção.
- CR450 (China): projeto experimental com testes acima de 400 km/h, focado em viagens de longa distância.
CR450, China's newest high-speed train. 400-450 km/h.😃 pic.twitter.com/A2ikY2yHin
— Sharing Travel (@TripInChina) December 31, 2024
- Shanghai Maglev (China): trem de levitação magnética que ultrapassa 400 km/h em serviço em trecho específico de Xangai.
The Shanghai Maglev
— Emile 🏴🇬🇧 (@HSTemile) January 1, 2026
Previously the world's fastest commercial train service, operating at 430km/h has now been slowed down to 300km/h pic.twitter.com/QyRJAhO79Y
- CR400 Fuxing (China): modelo amplamente comercial, com cerca de 350 km/h em diversas rotas estratégicas.
Fuxing CR400 AF-Z passing by at 300 km/h pic.twitter.com/SCiAOHqI4X
— kiss me thru ur mobile phone (@ddelinquency) July 2, 2025
- Shinkansen E5/E6 (Japão): evolução dos trens-bala japoneses, circulando a aproximadamente 300 km/h.
・3043B
— やぶこま (@657K12_Sukaburo) October 10, 2024
E6系Z15編成+E5系U6編成(Magical Journey Shinkansen)
ちょっとだけ仕事が早く終わったので、ダッシュで新幹線ホームへ行き撮影してきました。
2024.10.10 東京 pic.twitter.com/HgIaRzb9af
- TGV M/INOUI (França): sucessor dos TGV clássicos, projetado para operar em torno de 320 km/h em corredores como Paris–Lyon.
Aujourd'hui c'est la présentation du tgv M , le nouveau tgv inouï, voici quelques photos que j'ai pu prendre ! Dommage je n'ai pas pu accéder à l'intérieur ! @TGVINOUI @SNCFVoyageurs #tgv #tgvinoui pic.twitter.com/6HAMNd9ecw
— Audrey Cheffe de bord (@AudreyICnuit) March 11, 2025
Como é definido o trem mais rápido do mundo
Para definir o trem mais rápido do mundo em 2025, são considerados tanto os recordes de velocidade em testes quanto o desempenho em operação comercial.
A diferença entre esses dois cenários se deve a fatores como clima, desgaste da via, fluxo de passageiros e requisitos de segurança.
Entram na análise critérios como velocidade máxima em testes, velocidade operacional, extensão da malha de alta velocidade e tecnologia empregada, incluindo sistemas de propulsão, sinalização e, em alguns casos, levitação magnética.
Quais são os impactos e desafios dos trens mais rápidos
A expansão dos trens de alta velocidade impacta diretamente a mobilidade, a economia e o meio ambiente, especialmente em trajetos de até 1.000 quilômetros, onde compete com o avião em tempo total de viagem e praticidade.
A integração com metrôs e redes urbanas reforça seu papel em deslocamentos diários.
Por outro lado, a construção de linhas dedicadas exige altos investimentos, desapropriações e planejamento de longo prazo, levando países líderes a recorrerem a financiamento público, parcerias internacionais e desenvolvimento de indústria local para viabilizar novas rotas rápidas e energeticamente eficientes.
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