Narrativa progressista sobre segurança é rejeitada pela opinião pública

26.03.2026

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O Antagonista

Narrativa progressista sobre segurança é rejeitada pela opinião pública

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Alexandre Borges
2 minutos de leitura 03.11.2025 05:26 comentários
Brasil

Narrativa progressista sobre segurança é rejeitada pela opinião pública

Pesquisas mostram apoio massivo à ação policial e descrédito de "especialistas" em segurança pública de esquerda

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Alexandre Borges
2 minutos de leitura 03.11.2025 05:26 comentários 4
Narrativa progressista sobre segurança é rejeitada pela opinião pública
Foto: RS/Fotos Públicas

A tentativa de setores da academia e da imprensa de esquerda de transformar a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em denúncia de “violência estatal” foi rejeitada pela população.

Cinco levantamentos realizados entre 30 e 31 de outubro mostram apoio majoritário à ação policial e descrédito crescente das análises que tratam criminosos como vítimas.

A pesquisa Genial/Quaest apontou 64% de aprovação e 27% de rejeição à operação.

O Paraná Pesquisas registrou 69,6% de apoio entre moradores da capital fluminense.

O Datafolha encontrou 57% de avaliação positiva.

A AtlasIntel mostrou 62,2% de aprovação no Rio e 55,2% no cenário nacional.

Favelas

O dado mais expressivo veio das favelas.

Segundo a AtlasIntel, 87,6% dos moradores dessas áreas no Rio aprovaram a operação. O índice desmonta a principal tese dos analistas progressistas, segundo a qual as comunidades afetadas rejeitam a presença policial.

As pesquisas também indicam que 87% dos fluminenses acreditam viver uma “situação de guerra” e 73% defendem novas operações semelhantes.

Na Baixada Fluminense, o apoio chegou a 73%. Entre homens, foi de 79%. Mesmo entre eleitores de Lula, 51% apoiam ações do tipo. Entre independentes, o índice sobe para 72%.

Massacre?

A tentativa de impor a narrativa de “massacre” não resistiu à percepção da população. A maioria enxergou a operação como resposta legítima ao poder armado das facções. O público rejeitou a explicação de que o Estado seria o agressor e o criminoso, uma vítima.

Autores como Theodore Dalrymple e Thomas Sowell já descrevem o erro dessa abordagem. Ao “medicalizar” o crime e remover a responsabilidade moral, parte da elite intelectual ignora o senso comum e desmoraliza a própria ideia de justiça.

A megaoperação expôs esse descompasso entre teoria e realidade. Julien Benda chamou esse fenômeno de “traição dos intelectuais”.

A reação popular ao discurso dos especialistas mostrou o resultado dessa traição.

A população não apenas rejeitou a leitura progressista, mas retirou dela o poder de moldar o debate sobre segurança.

Leia mais: E se a favela preferir a polícia?

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Alexandre Borges

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Comentários (4)

MARCOS

03.11.2025 11:53

ESSES LIXOS DA ESQUERDA TEM QUE SABER QUE ACABOU A ONDA WOKE E O POLITICAMENTE CORRETO. O POVO ESTÁ CHEIO DESSE PAPO FURADO QUE NÃO RESOLVE NADA. ENQUANTO ESSES LIXOS FICAM DE BLÁBLÁBLÁ O POVO É ROUBADO, ASSASSINADO, ESTUPRADO E SEQUESTRADO TODOS OS DIAS. CHEGA DISSO. SEGURANÇA JÁ. LIBERDADE DE EXPRESSÃO JÁ.


Rosa

03.11.2025 11:26

Caracik, parabéns , disse tudo.


Luis Eduardo Rezende Caracik

03.11.2025 10:23

O que estamos vendo nada tem a ver com direita ou esquerda e sim com atividades criminosas crescendo cada vez mais e uma população desgastada e cansada de ser vítima da criminalidade e da inércia do poder público em fazer as coisas certas. Povo cansado e desgastado tende a aplaudir qualquer coisa espetacular que se faça contra o crime, mas na sequência vai se decepcionar ao ver que nada é feito nas causas raízes desta criminalidade. Não temos segurança nas fronteiras. Temos uma legislação leniente com o crime. Temos polícia insuficiente em número e em equipamentos. Temos política infiltrada pelo crime. E infelizmente, temos o uso eleitoreiro desta operação por políticos irresponsáveis.


Marcia Elizabeth Brunetti

03.11.2025 08:17

Que os políticos deem ouvidos à população! Ficar militando em temas de conto de fadas socialista já deu!


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