Jorge Messias é ‘homem de fé’, garante Assembleia de Deus de Madureira
Entidade religiosa publica nota e endossa nome do advogado-geral da União para a vaga de Luis Roberto Barroso no STF
A Convenção Nacional das Assembleias de Deus de Madureira (Conamad) tornou público, nesta sexta-feira, 24, seu apoio ao nome de Jorge Messias, advogado-geral da União, apontado como um dos favoritos a preencher a vaga do ministro Luis Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal, que deixou o cargo aos 67 anos.
A manifestação de endosso ocorreu na sequência de uma audiência mantida pelos dirigentes da entidade religiosa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Essa reunião aconteceu no Palácio do Planalto na semana anterior ao anúncio da Convenção.
Reunião no Planalto e aspiração à Suprema Corte
Participaram do encontro o presidente da Conamad, bispo Samuel Ferreira, o deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP) e o próprio Jorge Messias. A Assembleia de Deus Madureira é reconhecida como a segunda maior vertente da Assembleia de Deus no Brasil. Ela está atrás apenas da denominação de Belém, que tem a liderança do pastor José Wellington.
A nota oficial emitida pela Conamad, por intermédio do bispo Samuel, expressa o reconhecimento pela trajetória do advogado-geral. O texto descreve Messias como “homem de fé, jurista exemplar e servidor comprometido com os mais elevados valores da vida pública”. Além disso, a comunicação enfatiza que sua trajetória “inspira respeito por unir técnica e espiritualidade, razão e sensibilidade, prudência e coragem – virtudes raras em tempos de tanta divisão”.
Notável saber jurídico e reputação ilibada?
A nota aponta que uma eventual nomeação de Messias ao STF terá um significado além da carreira do jurista. Segundo a entidade, a indicação representaria “não apenas o coroamento de uma carreira pautada pela competência e integridade moral, mas também um gesto simbólico de apreço àqueles que conciliam fé e serviço à Nação”.
A entidade defende a união entre o conhecimento jurídico e a crença espiritual na vida pública. O documento divulgado finaliza, ainda, que a história de Messias serve de “testemunho de que o saber jurídico pode caminhar lado a lado com a fé cristã, e de que o serviço público é vocação, não privilégio; missão, não palco de vaidades”. Messias está entre os nomes considerados pelo Executivo para a vaga na Suprema Corte.
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